Bota o pé na fôrma! Más finalizações podem custar caro ao Vasco

Cruz-Maltino tem criado as chances de gol, mas as finalizações não geram perigo aos rivais. Meias e atacantes têm históricos deles jogando contra neste momento difícil

Divulgação

Felippe Rocha e Vinícius Britto

Rio de Janeiro (RJ)

Foram 20 finalizações contra o Grêmio, um número que agrada a qualquer treinador. Mas o Vasco mandou 12 para fora do gol, no domingo. Das oito com direção certa, quase nenhuma obrigou o goleiro rival a fazer defesa difícil.

Essa dificuldade em fazer a bola entrar na baliza, que já não é mais novidade, resulta no baixo número de gols. O zero imperou no Maracanã, no último jogo, mas já são quatro os outros empates desde que o time começou a arrancada contra o rebaixamento, há nove jogos. O técnico Jorginho sabe que os chutes e cabeceios precisam melhorar. E não é uma questão de força.

– Não foi questão de chutar fraquinho, foram conclusões ruins. Poderíamos ter concluído melhor. Tivemos mais volume de jogo e fizemos um ótimo primeiro tempo. Infelizmente não conseguimos vencer, mas continuamos na mesma situação. Subimos um ponto em relação a Joinville e Coritiba. Poderíamos estar melhor. Fizemos um grande jogo, mas, infelizmente, pecamos na hora da conclusão – diz o técnico.

Os lamentos de Jorginho ganham eco quando a fase dos jogadores mais ofensivos não é boa. E as coisas ficam mais preocupantes se os torcedores pensarem que são esses jogadores, que nunca tiveram tanto faro de gol, os que precisam comandar o ataque do Cruz-Maltino.

Comandante das bolas paradas, Nenê tem seis gols pelo Vasco, em 17 jogos. Na temporada 2013/14, foram dez em 23 partidas, mas pelo
Al-Gharafa, do Qatar. Leandrão foi contratado pelo bom desempenho que vinha tendo este ano. Mas os 11 gols que fez foram em 13 jogos pelo Brasil de Pelotas, da Série C.

Jorge Henrique, também titular, tem apenas um pelo Vasco. Em dois anos e meio de Internacional, foram sete. Está na média. E Andrezinho, que vem atuando mais recuado, mas também arrisca, fez somente um. Mas nem na China ele teve número de gols elevado.

É preciso treinar. Outros podem, eventualmente, decidir, como Rodrigo já fez, mas é preciso acertar a pontaria. Afinal, a regra é simples. Sem gols, sem vitórias. E o rebaixamento será inevitável.

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Cruz-Maltino tem criado as chances de gol, mas as finalizações não geram perigo aos rivais. Meias e atacantes têm históricos deles jogando contra neste momento difícil

Foram 20 finalizações contra o Grêmio, um número que agrada a qualquer treinador. Mas o Vasco mandou 12 para fora do gol, no domingo. Das oito com direção certa, quase nenhuma obrigou o goleiro rival a fazer defesa difícil.

Essa dificuldade em fazer a bola entrar na baliza, que já não é mais novidade, resulta no baixo número de gols. O zero imperou no Maracanã, no último jogo, mas já são quatro os outros empates desde que o time começou a arrancada contra o rebaixamento, há nove jogos. O técnico Jorginho sabe que os chutes e cabeceios precisam melhorar. E não é uma questão de força.

– Não foi questão de chutar fraquinho, foram conclusões ruins. Poderíamos ter concluído melhor. Tivemos mais volume de jogo e fizemos um ótimo primeiro tempo. Infelizmente não conseguimos vencer, mas continuamos na mesma situação. Subimos um ponto em relação a Joinville e Coritiba. Poderíamos estar melhor. Fizemos um grande jogo, mas, infelizmente, pecamos na hora da conclusão – diz o técnico.

Os lamentos de Jorginho ganham eco quando a fase dos jogadores mais ofensivos não é boa. E as coisas ficam mais preocupantes se os torcedores pensarem que são esses jogadores, que nunca tiveram tanto faro de gol, os que precisam comandar o ataque do Cruz-Maltino.

Comandante das bolas paradas, Nenê tem seis gols pelo Vasco, em 17 jogos. Na temporada 2013/14, foram dez em 23 partidas, mas pelo
AL-Gharafa, do Qatar. Leandrão foi contratado pelo bom desempenho que vinha tendo este ano. Mas os 11 gols que fez foram em 13 jogos pelo Brasil de Pelotas, da Série C.

Jorge Henrique, também titular, tem apenas um pelo Vasco. Em dois anos e meio de Internacional, foram sete. Está na média. E Andrezinho, que vem atuando mais recuado, mas também arrisca, fez somente um. Mas nem na China ele teve número de gols elevado.

É preciso treinar. Outros podem, eventualmente, decidir, como Rodrigo já fez, mas é preciso acertar a pontaria. Afinal, a regra é simples. Sem gols, sem vitórias. E o rebaixamento será inevitável.

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Felippe Rocha e Vinícius Britto

Rio de Janeiro (RJ)

Foram 20 finalizações contra o Grêmio, um número que agrada a qualquer treinador. Mas o Vasco mandou 12 para fora do gol, no domingo. Das oito com direção certa, quase nenhuma obrigou o goleiro rival a fazer defesa difícil.

Essa dificuldade em fazer a bola entrar na baliza, que já não é mais novidade, resulta no baixo número de gols. O zero imperou no Maracanã, no último jogo, mas já são quatro os outros empates desde que o time começou a arrancada contra o rebaixamento, há nove jogos. O técnico Jorginho sabe que os chutes e cabeceios precisam melhorar. E não é uma questão de força.

– Não foi questão de chutar fraquinho, foram conclusões ruins. Poderíamos ter concluído melhor. Tivemos mais volume de jogo e fizemos um ótimo primeiro tempo. Infelizmente não conseguimos vencer, mas continuamos na mesma situação. Subimos um ponto em relação a Joinville e Coritiba. Poderíamos estar melhor. Fizemos um grande jogo, mas, infelizmente, pecamos na hora da conclusão – diz o técnico.

Os lamentos de Jorginho ganham eco quando a fase dos jogadores mais ofensivos não é boa. E as coisas ficam mais preocupantes se os torcedores pensarem que são esses jogadores, que nunca tiveram tanto faro de gol, os que precisam comandar o ataque do Cruz-Maltino.

Comandante das bolas paradas, Nenê tem seis gols pelo Vasco, em 17 jogos. Na temporada 2013/14, foram dez em 23 partidas, mas pelo
AL-Gharafa, do Qatar. Leandrão foi contratado pelo bom desempenho que vinha tendo este ano. Mas os 11 gols que fez foram em 13 jogos pelo Brasil de Pelotas, da Série C.

Jorge Henrique, também titular, tem apenas um pelo Vasco. Em dois anos e meio de Internacional, foram sete. Está na média. E Andrezinho, que vem atuando mais recuado, mas também arrisca, fez somente um. Mas nem na China ele teve número de gols elevado.

É preciso treinar. Outros podem, eventualmente, decidir, como Rodrigo já fez, mas é preciso acertar a pontaria. Afinal, a regra é simples. Sem gols, sem vitórias. E o rebaixamento será inevitável.

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