Conteúdo por Gazeta Esportiva

Carrasco do Barça, Alisson pode ser antídoto do Brasil contra Messi

O Brasil encara a Argentina pela semifinal da Copa América nesta terça-feira, às 21h30, no Mineirão. Apesar da fase do adversário não ser das melhores, sempre é jogo duro enfrentar os rivais continentais, ainda mais quando Lionel Messi está do outro lado. O técnico Tite, entretanto, conta com um antídoto contra um dos melhores jogadores da história do futebol.

Ainda sem ser vazado nesta Copa América, Alisson reencontra Messi depois de duas decisões de Liga dos Campeões da Europa, em que o brasileiro se deu melhor tanto pela Roma, quanto pelo Liverpool. Desta vez em solo sul-americano, por uma vaga na final, o goleiro tenta fazer valer o histórico dos duelos anteriores.

Ainda na temporada 2017/2018, quando atuava pela Roma, Alisson encontrou o argentino pela primeira vez. Pelas quartas de final da Champions, a Roma enfrentava o Barcelona, que vinha para o confronto como grande favorito. No jogo de ida, no Camp Nou, a equipe de Messi se deu melhor e aplicou um sonoro 4 a 1. O jogo de volta, entretanto, guardava uma surpresa. Com defesas decisivas de Alisson, a Roma fez 3 a 0 e eliminou o time catalão pelo gol fora de casa.

Na temporada seguinte, o brasileiro chegou ao Liverpool como o goleiro mais caro da história até então, pelo valor de R$ 278 milhões. Se alguns contestaram o preço, Alisson mostrou o porquê de ser um dos melhores do mundo em sua posição.

Mais uma vez, ele reencontrava Messi e companhia pela Liga dos Campeões, desta vez pela semifinal. O roteiro foi parecido, com o Barça vencendo o jogo de ida em casa, por 3 a 0. Na volta, com mando dos Reds, Alisson fez ao menos cinco grandes defesas e o Liverpool emplacou um heroico 4 a 0 para avançar à final, quando conquistaria o título sobre o Tottenham.

Mais uma vez, Alisson pode eliminar Messi em uma decisão de mata-mata. Como nas outras ocasiões, o brasileiro terá o mando de campo a seu favor. Vale lembrar ainda que o goleiro não sofre um gol com a Amarelinha desde o segundo amistoso pós-Copa, contra a Republica Tcheca, em março deste ano. De lá pra cá foram mais dois amistosos além das quatro partidas da Copa América sem ser vazado.

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