Conteúdo por Gazeta Esportiva

Casares revela política de contratações caso assuma presidência do São Paulo

Algumas das maiores críticas que Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, vem recebendo desde que assumiu a presidência do São Paulo, em outubro de 2015, são a respeito das contratações. Muitos são-paulinos reclamam dos altos valores investidos em jogadores que não deram retorno técnico ou financeiro ao Tricolor. Julio Casares, candidato a presidente do clube, disse que espera diminuir esses erros em um possível mandato e informou a política de contratações que pretende aderir.

“Primeiro o técnico vai identificar sua necessidade. Ele passa para a diretoria de futebol e presidência, que vão analisar se é um jogador para compor elenco ou assumir a titularidade. Se for para compor elenco, vamos olhar a base, para ver se lá existe algum jogador que possa complementar sem você gastar dinheiro em um atleta que vai jogar pouco e inibir a promoção dos garotos. Se for um jogador para assumir um lugar na equipe, nós vamos ao mercado. Para isso, vamos discutir, não vai ser uma pessoa só que vai decidir. Serão três ou quatro pessoas da diretoria de futebol que, de forma muito rápida, vão discutir a viabilidade da contratação. Vai ser uma coisa muito mais elaborada e muito mais discutida”, revelou em live no Instagram da página São Paulo News.

Julio Casares, candidato à presidência do São Paulo, quer decisões em conjunto nas contratações durante seu possível mandato (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

Apesar de exaltar o sistema que pretende aderir, Casares reforçou que a possível nova política de contratações não será infalível, mas espera que os casos de reforços sem sucesso dentro do clube se tornem minoria.

“Isso vai inibir algum erro? Não, às vezes vai ser que nem artista de televisão, alguns dão audiência e outros não. Tem jogador que não acontece no São Paulo, mas você diminuindo o risco, melhora o resultado”, disse.

Por fim, Julio Casares reiterou que as decisões tomadas pela possível nova diretoria do São Paulo serão feitas em conjunto.

“Temos que ter critério nas contratações e uma escala hierárquica de decisões. O diretor executivo vai seguir dando opiniões, mas ele não vai decidir, não vai ser o chefe do departamento. Isso não pode acontecer, é uma inversão de valores”, concluiu.

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