CEO do São Paulo promete analisar até serviço de limpeza da gestão Aidar

De volta ao clube nesta segunda-feira, Alexandre Bourgeois diz que vai fazer uma varredura nos contratos do clube e acordo com Tejofran estará na pauta. Ele tinha sido demitido por Aidar

Divulgação

Demitido pelo ex-presidente Carlos Miguel Aidar em setembro, Alexandre Bourgeois voltou nesta segunda-feira a exercer o cargo de CEO do São Paulo e já tem definidas as principais metas contra a crise financeira: a implantação de um modelo de gestão profissional e uma varredura em todos os contratos do clube para saber se há irregularidades, possibilidade de renegociação e barateamento.

Bourgeois pretende analisar desde o contrato de fornecimento de material esportivo com a Under Armour ao da empresa que presta serviço de limpeza para o clube. A Tejofran foi contratada por Aidar tão logo ele assumiu e reduziu bruscamente o número de funcionários do setor. Os gastos, porém, não caíram. A justificativa apresentada pela antiga diretoria no Conselho Deliberativo foi de que a empresa compensava a ausência do pessoal com o trabalho de máquinas, igualmente custosas.

Alexandre Bourgeois, novo CEO do São Paulo (Crédito: Divulgação)

Nesta segunda, Bourgeois já esteve no Morumbi e voltou a se familiarizar com o ambiente do clube. Indicado pelo empresário Abilio Diniz, o executivo foi um dos articulares da queda de Aidar. O ex-presidente demitiu o profissional com alegação de que ele vazava informações, teve envolvimento político com Leco, seu principal adversário, e não conseguiu implancar seus projetos. Bourgeois rebateu todas os argumentos, dizendo inclusive que não teve acesso a nenhum contrato enquanto esteve no clube. 

No último domingo, o profissional executivo esteve no Morumbi e assistiu ao empate do São Paulo por 2 a 2 contra o Vasco. E já nesta segunda começou trabalho, cujo principal objetivo é aliviar a crise financeira do clube, avaliada na casa dos R$ 300 milhões. Para isso, Bourgeois tem elaborado um plano de gestão profissional que diminui a autonomia de dirigentes estatutários e privilegia a ação de executivos. Paulo Ricardo Oliveira, contratado justamente para o lugar de Alexandre, foi demitido. 

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