Comissão para análise de cobertura do Morumbi é criada com ex-presidente carrasco de Ceni

Paulo Amaral, que afastou o goleiro em 2001, é um dos 12 membros da comissão criada para analisar o contrato para modernizar e cobrir o estádio do Morumbi

Divulgação

Situação e oposição do São Paulo definiram os nomes de seus respectivos representantes que irão formar a comissão para analisar o contrato da modernização do Morumbi. Serão seis membros da situação e seis oposionistas (um último nome ainda será indicado). Dos cinco já definidos da oposição, um deles é Paulo Amaral, ex-presidente do clube e protagonista de um grande atrito com Rogério Ceni.

Os outros quatro da oposição são Jaime Franco, José Eduardo Pimenta, Aurisol Sabino e Eduardo Alfano. Os membros da situação serão Roberto Natel, Mário Jorge Quezada, Alexandre Medicis, Júlio Casares, Leonardo Serafim e Osvaldo Vieira de Abreu.

O contrato ficará à disposição da comissão a partir do próximo dia 16. Eles terão até 31 de janeiro. Na sequência, deve ser aberta nova votação no conselho deliberativo do clube para aprovação, ou não, do projeto do Morumbi.

Na última reunião, boa parte da oposição não compareceu ao Morumbi e o projeto não pôde ser votado. Caso isso se repita, a situação estudará uma mudança no estatuto para que não haja a necessidade de 75% dos conselheiros estarem na reunião.

Paulo Amaral presidiu o Tricolor de 2000 a 2002. E, em 2001, chegou a afastar o ídolo Rogério Ceni depois de desconfiar de uma proposta do Arsenal (ING) apresentada pelo goleiro.

O projeto de modernização do Morumbi fará com que o estádio seja coberto. Atrás de um dos gols será criada uma arena para shows com capacidade para 28 mil pessoas. A obra custará cerca de R$ 450 milhões e será custeada por parceiros.

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