Conheça os catarinenses medalhistas que fizeram história no Pan de Lima

Atualizado

Os atletas catarinenses tiveram uma contribuição significativa para o desempenho histórico do Brasil na edição de Lima dos Jogos Pan-Americanos, encerrados nesse domingo. Foi o melhor desempenho do País em todos as edições já realizadas.

O quadro de medalhas consolidou nossa bandeira com 171 medalhas, 55 de ouro, 45 de prata e 71 de bronze. Deste total, 13 atletas de Santa Catarina brilharam e conquistaram as suas. Relembre os feitos dos nossos heróis:

Rodrigo Nascimento – atletismo

Natural de Itajaí, o velocista Rodrigo Nascimento chegou para a disputa dos Jogos Pan-Americanos de Lima com um título mundial já no currículo.

Depois de bater na trave na final dos 100 metros rasos masculino, onde ficou com o quarto lugar, Rodrigo ajudou o Brasil a confirmar seu favoritismo no revezamento 4×100 e trazer o ouro para Santa Catarina.

Foto: Wagner Carmo/CBAt

Darlan Romani – arremesso de peso

Darlan Romani chegou ao Peru como uma das principais esperanças de medalha para o Brasil. O catarinense de Concórdia entrou na disputa como o número 4 do mundo na modalidade e com a décima melhor marca da história do esporte.

Confirmando o favoritismo, Darlan estabeleceu o novo recorde pan-americano em Lima e chega à Tóquio em 2020 como um dos principais candidatos no arremesso de peso.

Fernando Frazão/Agência Brasil/ND

Douglas Brose – caratê

Natural de Cruz Alta, no Rio Grande do Sul, e radicado em São José, na Grande Florianópolis, Douglas chegou ao Pan como um dos principais favoritos para conquistar um lugar no pódio.

O atleta chegou ao torneio com um currículo invejável de três medalhas pan-americanas. Ouro em Toronto, 2015, e prata nas edições do Rio de Janeiro, em 2007, e Guadalajara, em 2011.

Em 2019, Brose conquistou sua terceira medalha de prata e também a última do Brasil na competição, fazendo o país encerrar a participação com 171.

Divulgação/Geraldo de Paula

Bruno Fontes – vela

Bruno Fontes é natural de Curitiba, no Paraná, mas radicado no Estado, onde realiza seus treinamentos no Iate Clube Santa Catarina.

Aos 39 anos, Bruno passou por momentos difíceis neste ano, quando perdeu seu pai, para quem dedicou a conquista.

O velejador conquistou a medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Lima na classe laser standard, e após a conquista, anunciou sua aposentadoria.

Green Multimídia/divulgação/ND

Matheus Dellagnelo – vela

Nascido em Florianópolis, Matheus conquistou o bicampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Lima, pois já havia sido campeão 2011, em Guadalajara.

O atleta compete na classe sunfish, e assim como Bruno, também realiza seus treinos no Iate Clube Santa Catarina.

Green Multimidia/ND

João Menezes – tênis

O atual número 212 do ranking da ATP e terceiro tenista do país, João Menezes conquistou a medalha de ouro no tênis masculino.

O atleta natural de Uberaba (MG), mora e treina em Itajaí. João fez todo seu período de juvenil no tênis na cidade catarinense e retornou no final do ano passado, em busca de recuperar a confiança.

Washigton Alves/COB

Beatriz Linhares – ginastica rítmica

A jovem atleta de apenas 16 anos de idade, Beatriz Linhares da Silva, faz parte da equipe de ginástica rítmica do Brasil, junto com outras quatro meninas.

Nascida em Florianópolis, Beatriz treina no grupo de ginástica da Adiie/Udesc. Em Lima, ao lado de Camila Rossi, Deborah Medrado, Nicole Pircio e Vitória Guerra, a catarinense conquistou um bronze no geral e na categoria cinco bolas, além do ouro no misto.

Divulgação/ND

Duda Amorim – handebol

Natural de Blumenau, Duda é um dos grandes nomes do handebol mundial. A atleta tem em seu currículo o título mundial em 2013 e também foi eleita a melhor jogadora do mundo em 2014.

Em Lima, Duda conquistou seu terceiro título pan-americano. A atleta já havia conquistado a medalha de ouro nos jogos de 2007 no Rio de Janeiro e em 2011, em Guadalajara.

CBHB/Divulgação

Rudolph Hackbarth – handebol

O atleta que atua no Pinheiros-SP é natural de Blumenau e tem em seu currículo o título sul-americano de 2018.

Em Lima, Rudolph conquistou a medalha de bronze com a equipe brasileira após derrotar o México na disputa pelo terceiro lugar.

IHF/Divulgação

Willian Giaretton – remo

Natural de Ponte Serrada, no Oeste do Estado, Willian Giaretton era um dos representantes do Brasil no remo, na modalidade quatro sem timoneiro.

Após conquistar o terceiro lugar no Mundial de Sarasota, em 2017, Willian conquistou sua primeira medalha pan-americana em Lima. O terceiro lugar da equipe garantiu um bronze para o Brasil.

Alexandre Loureiro/Exemplus/COB

Sabrina Zefino – caratê

Fazendo parte de uma equipe que conta apenas com atletas catarinenses, Sabrina conquistou o bronze na categoria kata por equipes, no caratê feminino.

Natural de Maracajá, Sabrina é a mais jovem do trio, com 21 anos. Apesar da pouca idade, a atleta chegou ao Pan de Lima com um currículo de três títulos sul-americanos e também um terceiro lugar no campeonato mundial de 2015.

Reprodução/Instagram

Carolaini Zefino – caratê

A irmã mais velha de Sabrina também faz parte do trio catarinense que treina em Içara, no Sul do Estado. Ao lado de sua irmã mais nova e de Izabel Vieira, Carolaine faturou o bronze na categoria kata por equipes.

Em seu currículo, a atleta natural de Tubarão conta com um pentacampeonato sul-americano e também já foi a líder do ranking mundial em 2018.

Reprodução/Instagram

Izabel Vieira – caratê

Completando o trio de Içara, Izabel também faturou uma medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Lima.

A atleta, única natural de Içara, local onde a equipe treina, já havia conquistado uma medalha de prata no campeonato pan-americano de caratê, disputado no Panamá em 2019.

Reprodução/Instagram

Pan 2019