Conteúdo por Gazeta Esportiva

Corinthians reencontra rival que encerrou sua maior série invicta na história

Atualizado

Neste domingo, às 11h (de Brasília), no Estádio Willie Davids, em Maringá, Corinthians e Londrina se enfrentam em partida amistosa visando intensificar a preparação para a retomada das competições nacionais após o fim da Copa América. Historicamente, porém, o time paranaense já foi responsável por findar a maior série invicta da histórica do Alvinegro do Parque São Jorge.

Em 1957, o Corinthians comandado pelo histórico Oswaldo Brandão ficou sem saber o que foi uma derrota por praticamente cinco meses, entre julho e dezembro, somando compromissos pelo Campeonato Paulista e amistosos. Foi encerrada, no entanto, após uma derrota por 5 a 3 para o Londrina em um amistoso realizado no Estádio Vitorino Gonçalves Dias, que marcou o aniversário de 23 anos da cidade paranaense.

A partida realizada no dia 10 de dezembro de 1957 começou com o Timão largando na frente. Aos oito minutos, Zague abriu o placar. Ainda no primeiro tempo, Armandinho deixou tudo igual para o Tuberão. Na segunda etapa, Olavo, de pênalti, recolocou o Corinthians na frente, mas Chico, duas vezes, e Alaor colocaram o time da casa na frente. Índio ainda diminuiu para o Alvinegro, mas Alaor deu números finais.

A invencibilidade histórica, inclusive, ficou a apenas seis jogos de ser alcançada pelo time comandado pelo próprio Fábio Carille em 2017. Na oportunidade, o atual treinador corintiano permaneceu 34 jogos sem perder, com 21 vitórias e 13 empates. A derrota que findou a marca histórica veio para o Vitória, por 1 a 0, na Arena Corinthians, em duelo válido pelo segundo turno do Brasileiro.

Neste domingo, Carille tem uma missão diferente da alcançada dois anos atrás. Agora, o treinador Alvinegro tenta melhorar o nível de futebol apresentado por sua equipe visando a sequência da temporada, depois de dois amistosos em que a equipe perdeu um e venceu outro. Ambos, porém, jogando mal. Ao mesmo tempo, tem que lidar com desfalques, que fizeram o próprio comandante considerar a primeira semana de intertemporada como “perdida”.

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