Conteúdo por Gazeta Esportiva

De volta do exterior, Vitor Hugo e Gil são pilares das defesas no Derby

Às 19 horas (de Brasília) deste sábado, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, Palmeiras e Corinthians protagonizam o maior clássico paulista no Pacaembu. De volta a seus clubes após recentes passagens pelo exterior, Vitor Hugo e Gil são pilares das respectivas defesas.

Contratado após passar pelo América-MG, Vitor Hugo conquistou a Copa do Brasil 2015 e o Campeonato Brasileiro 2016 em sua primeira passagem pelo Palmeiras. O zagueiro chegou a ser convocado pela Seleção Brasileira e acabou negociado com a Fiorentina em 2017.

O Palmeiras repatriou Vitor Hugo do clube italiano em julho de 2019, ainda na gestão do técnico Luiz Felipe Scolari. Sob o comando de Mano Menezes, o zagueiro cresceu de produção e consolidou sua posição de titular ao lado do paraguaio Gustavo Gomez.

Eficiente nas jogadas aéreas defensivas e ofensivas, Vitor Hugo tem 13 gols em 146 partidas pelo Palmeiras. O zagueiro já retomou o bom futebol de sua primeira passagem pelo clube, mas, após disputar 15 partidas nesta temporada, ainda não conseguiu balançar as redes.

Com a camisa alvinegra, Gil já tem uma bela história construída. O beque chegou ao clube em 2013, ano que fez parte das conquistas do Paulistão e da Recopa Sul-Americana. Em 2015, foi um dos destaques no título do Brasileirão sob o comando de Tite.

Gil chamou atenção e foi levado à China por valores surreais ao mercado brasileiro em um momento que até titularidade na Seleção Brasileiro o zagueiro já tinha conquistado.

De volta após quase quatro anos, Gil chegou e rapidamente tomou conta da posição. O camisa 26 jogou 28 dos 29 jogos que a equipe fez desde sua estreia. Ficou de fora apenas do clássico com o São Paulo por suspensão.

Titular e sem sequer ter sido substituído em nenhuma das vezes que foi a campo, Gil ajudou na frente com um único gol na atual temporada, este anotado no empate com o Athletico-PR por 2 a 2, em Itaquera.

A chegada de Gil e a rápida adaptação fez com que o Corinthians liberasse Henrique e abrisse mão até mesmo da multa rescisório do então dono da posição.

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