“Enquanto há vida, há luta”, confia o técnico do Avaí, Evando Camillato

Atualizado

“Enquanto há vida, há luta”, declarou Evando Camillato, após mais uma derrota na Série A do brasileiro, dessa vez para o Goiás.

Léo Senna com Pedro Castro em Goiás x Avaí, pela Série A 2019. Foto: Heber Gomes/Estadão Conteúdo/ND

Com 17 pontos conquistados em 30 jogos, o Avaí, segundo Evando, ainda briga para se manter na elite nacional. Com oito jogos pela frente, o comandante azurra lembrou das dificuldades, mas que não há como desistir nesse momento.

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“O próximo jogo é o jogo mais importante. Enquanto há vida, a gente luta pela vida, enquanto há sonho, a gente luta pelo sonho”, argumentou “O Iluminado”.

Na próxima quarta-feira (6) o Avaí recebe o Santos, de Jorge Sampaoli, às 21h, no estádio da Ressacada. O time precisa fazer oito vitórias em oito jogos, torcer por resultados paralelos e aguardar os critérios de desempate, se quiser permanecer entre os grandes em 2020.

“Temos que ter todo o desejo do mundo de vencer o Santos e dar alegria à torcida do Avaí que merece”, disse Evando.

Expectativa pelos retornos

O Avaí chegou à Goiânia com 12 desfalques entre machucados e suspensos. De sábado para domingo perdeu mais um, o zagueiro Marquinhos Silva que foi vetado após ser diagnosticado com uma gastroenterite.

Mesmo com tamanho “rombo” no elenco, o treinador aprovou a atuação do Avaí que, em seu entendimento, teve mais oportunidades de vencer o confronto que o seu adversário, apesar do resultado.

Para o duelo contra o Peixe, Evando aguarda o retorno de algum dos lesionados para somarem aos três que cumpriram suspensão: Eduardo Kunde, Julinho e Jonathan.

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