Conteúdo por Gazeta Esportiva

Inglaterra vacila, Estados Unidos vencem e avançam à final da Copa

Inglaterra e Estados Unidos fizeram uma partida digna de semifinal da Copa do Mundo Feminina. Nesta terça-feira, no Estádio Parc OL, em Lyon, na França, as norte-americanas construíram vantagem na etapa inicial, aproveitaram os vacilos ingleses no segundo tempo e saíram com o triunfo por 2 a 1. Os gols vitoriosos foram marcados por Press e Alex Morgan, enquanto as europeias descontaram com White.

Com isso, os Estados Unidos são a primeira seleção finalista do Mundial. Agora, as estadunidenses aguardam o duelo entre Holanda e Suécia, que acontecerá nesta quarta-feira, às 16h00 (horário de Brasília), também no Estádio Parc Olympique Lyonnais, para conhecer o time adversário na grande final da Copa.

Primeiro tempo movimentado e de três gols

As norte-americanas começaram a partida pressionando. A postura mais agressiva das comandadas de Jill Ellis deu certo aos nove minutos de jogo, quando Christen Press, substituta de Megan Rapinoe, aproveitou belo cruzamento de O’Hara para não dar chances à goleira Telford e balançar o fundo das redes, inaugurando o marcador.

O panorama inicial de confronto dava a entender que os Estados Unidos continuaria à frente do ritmo do embate, ditando as ações do jogo.

No entanto, a Inglaterra chegou à igualdade aos 18, naquela que foi praticamente a primeira chance das comandadas de Phil Neville no jogo. Mead cruzou da esquerda em direção à área e White esticou a perna para escorar ao gol – a bola ainda bateu na trave antes de entrar: 1 a 1.

Com o placar igual, mas superioridade norte-americana, os Estados Unidos conseguiram retomar o comando do embate ainda na etapa inicial. Em novo cruzamento, Alex Morgan – sempre ela -, se antecipou à zaga inglesa e conferiu às redes, marcando seu sexto gol em cinco partidas na competição.

Inglaterra tem gol anulado, perde pênalti e Estados Unidos seguram vantagem

Na etapa final, a primeira grande chance do período só saiu aos 14 minutos. A goleira Telford saiu jogando errado e deu a bola nos pés de Press, autora do primeiro gol. Ao invés de fazer o passe, a atacante optou pelo chute de esquerda, mas a bola foi por cima da meta.

Sete minutos depois, a Inglaterra chegou ao empate – no entanto, o gol foi anulado pelo VAR. Após receber ótimo passe de Scott, que estava de costas para a jogada, White arrancou em velocidade e tocou rasteiro para o fundo das redes, livre de marcação.

Entretanto, a árbitra brasileira Edina Alves, após consulta à assistência de vídeo, anulou o lance por conta de impedimento.

Aos 37, a juíza assinalou penalidade máxima polêmica em favor da Inglaterra, após White perder chance na cara do gol. De acordo com Edina Alves, depois de nova consulta ao VAR, a atacante inglesa havia sido derrubada por Sauerbrunn na hora da finalização.

Na cobrança, Houghton bateu mal e Naeher praticamente encaixou a defesa, assegurando o 2 a 1. Pouco depois, a missão das comandadas de Phil Neville ficou ainda mais difícil com a expulsão de Bright, após falta dura em Alex Morgan.

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