Joinvilense mostra amor pelo JEC com coleção de camisas

Com 108 peças, Carlos Manoel Ramos relembra a história do clube do coração através de camisas

Já imaginou ter a história do clube no coração no seu guarda-roupa? Mais de 100 camisas de futebol e para cada uma delas uma lembrança diferente é o que possui o joinvilense Carlos Manoel Ramos, 34 anos. No seu antigo quarto, na casa dos pais na rua Comandante Abdon Senna, no bairro Costa e Silva, estão todas as peças da coleção de 108 camisas do Joinville Esporte Clube. Mais do que demonstrar sua paixão pelo Coelho, colecionar camisas foi a forma que Neco, como é conhecido, encontrou de se sentir parte da história Tricolor. “Representa muita coisa. Cada camisa dessas tem uma história. Isso é tudo para mim. Gosto muito delas e vou manter assim. O Joinville está dentro do meu coração. Não torço para outro time”, revela o mecânico montador.

Carlos Junior/ND

Com sua coleção, Neco se sente parte da história do time

Ao abrir a porta do guarda-roupa, as peças caem sobre si, tamanha a quantia de relíquias. Dentre elas, algumas exclusivas, como a usada por Alfinete na final do Estadual de 1985, e outras históricas, como as do título de 2000 e 2001, os últimos do JEC, e da conquista do Brasileirão Série C. “É um hobby.  Cada um gosta de colecionar alguma coisa. Optei para resgatar uma história que poucos conhecem. Antes era um refúgio para não sair para drogas, festas. Isso sempre foi uma terapia”.

Comprando, trocando e raramente ganhando, a coleção de Carlos só aumenta. Algumas, no entanto, são buscadas fora, mas recheadas de lembranças. “Tem muitas que nunca usei, até etiqueta elas têm. A história mais interessante foi a camisa de 1985 que consegui pela internet com um cara da Bahia. É uma camisa rara, usada pelo lateral Alfinete no título do estadual daquele ano e na Série A do Campeonato Brasileiro. Tenho muito carinho por ela”, revela.

O torcedor aproveita para elogiar o time enquanto mostra todas as raridades. “Cada vez que eu entro na Arena já começa a me dar um arrepio de tanta emoção de estar lá dentro. Já fui em jogo que tinha 300 pessoas. Agora, com o novo treinador, parece que voltou para 2011, que a gente vai para o estádio sabendo que vai ganhar”. A paixão de Neco, porém, é diferenciada. “Amor à camisa é o que não falta”, orgulha-se.

 

Sonho é ganhar a camisa da final

Na hora de escolher a preferida, Neco, não titubeia e mostra com orgulho a camisa especial usada pelo Joinville nas partidas contra o Santos na Copa do Brasil 2013. A exemplo do que o Tricolor fará na final do Catarinense 2014, patrocinadores pontuais estamparam suas marcas na camisa do JEC. Ainda que as camisas não fossem comercializadas, o joinvilense deu seu jeito para obter tal raridade e ela veio em forma de presente.  “Posso dizer que foi bem gratificante. Procurei na internet e com várias pessoas. Mandei um email para o Nereu (Martinelli) e ele me respondeu para eu procurar o Fernando Krelling (gerente de marketing). Fui num evento do aniversário do clube e falei com o presidente. Na hora ele me reconheceu e pediu para o pessoal da Spieler fazer uma para mim. Foi a primeira camisa que eu ganhei de alguém importante e é exclusiva. É com ela que vou sempre na Arena”, se emociona.

Apostando em conquista do título, o filho de Celio  e Maria Ramos, mais do que comemorar, quer conseguir a nova camisa, que será usada apenas nas finais. “Almejo ganhar essa também. O Nereu quer me matar do coração. Cada vez que eu penso que tenho todas as camisas eles lançam uma outra que é difícil conseguir. Vou tentar conseguir também. Se eu ganhar, melhor”, brinca.

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