Conteúdo por Gazeta Esportiva

Luiz Adriano tenta quebrar sina negativa da camisa 10 do Palmeiras

Luiz Adriano foi apresentado nesta quinta-feira na Academia de Futebol e recebeu a camisa 10 do Palmeiras. Agora, o novo reforço tenta, além de corresponder às expectativas da torcida, quebrar uma certa sina negativa que paira sobre o imponente número.

De 2009 para cá, o Verdão teve quatro camisas 10, e todos eles enfrentaram algum tipo de problema no clube. Alguns sofreram muito com lesões, ao passo que outros decaíram tecnicamente e frustraram a torcida.

Entre 2009 e 2010, quem vestiu o número que já teve Ademir da Guia como dono foi Cleiton Xavier. O meio-campista se destacou no Verdão, tendo marcado um histórico gol diante do Colo-Colo, fora de casa, que rendeu ao Palmeiras uma vaga nas oitavas de final da Copa Libertadores. O jogador, no entanto, deixou o clube sem conquistar nenhum título.

Após a saída de Cleiton Xavier, Valdívia chegou para sua segunda passagem no Verdão e vestiu a 10. O segundo período do chileno no clube, contudo, não foi tão brilhante quanto o primeiro, e o Mago acabou sofrendo com muitas lesões, além de ter colecionado desgastes com a diretoria e declarações polêmicas. Em 2015, portanto, deixou o clube com o alento de ter sido um dos principais responsáveis por salvar o Alviverde do rebaixamento em 2014.

Na sequência, foi a vez de Lucas Barrios herdar a camisa. O paraguaio não chegou a convencer a torcida em sua primeira temporada, e acabou preferindo usar a 8 no seu segundo ano no clube. Assim, a 10 ficou novamente para Cleiton Xavier, que havia acabado de ser contratado. A sua segunda passagem pelo Maior Campeão do Brasil, no entanto, foi sem brilho, muito por conta das lesões e longos períodos de recuperação física.

Em 2017, Moisés, que havia sido uma das grandes peças do título brasileiro do Verdão em 2016, subiu de patamar no time e ganhou a 10. Há quem diga, contudo, que depois de assumir a camisa, o meio-campista nunca mais foi o mesmo. Com atuações muito aquém das apresentadas em sua primeira temporada, Moisés caiu de produção, e acabou deixando o clube após errar o pênalti que culminou na eliminação do Verdão nas quartas de final da Copa do Brasil, diante do Internacional.

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