Na companhia da FCF, presidente do Avaí vai à CBF protestar contra arbitragem

O Avaí deve formalizar sua insatisfação com a atuação da equipe de arbitragem que apitou Avaí 1 x 1 Oeste, no último sábado, no estádio da Ressacada. Aos 49’ do segundo tempo, o lateral Guga e o atacante Jones Carioca se envolveram em lance confuso com o volante Rodrigo Souza, onde ambos avaianos caíram no chão. O árbitro Daniel Nobre Bins (RS) não viu irregularidade e só marcou tiro de meta, para desespero de atletas, comissão técnica e torcedores.

“É o trabalho de um ano inteiro, um ano inteiro”, desabafou, sob muita ira, o zagueiro Betão ao sair do campo logo após o empate em casa diante do Rubrão Paulista. O também capitão do Avaí, no dia posterior, usou seu perfil em uma rede social para ponderar, mas manter uma postura de incômodo em relação a atuação da equipe de árbitros. 

Nesta terça-feira (23), o presidente Francisco Battistotti, acompanhado do presidente da FCF (Federação Catarinense de Futebol), Rubens Renato Angelotti, vão até à sede da CBF, no Rio de Janeiro, para tratar o tema.

Geninho, do Avaí, no clássico contra o Figueirense pela Série B - Marco Santiago/ND
Geninho, do Avaí – Marco Santiago/ND

Em entrevista concedida depois do apito final, o técnico Geninho criticou duramente a arbitragem de Daniel Bins. O presidente do Leão também manifestou seu incômodo com o trabalho da equipe.

Em súmula, o gaúcho relatou um protesto do técnico Geninho ainda no gramado da Ressacada. Segue o relato:

“Após o término do jogo, o treinador do avaí, sr. eugênio machado souto, entrou no campo de jogo e se dirigiu a arbitragem com as seguintes palavras: “tu vai ver daniel, foi penalti. se foi penalti, eu mesmo vou entregar o vídeo para o coronel. vocês estão de brincadeira. vocês vão ver o que fizeram, estou no futebol há 50 anos e sei como as coisas funcionam, quando envolve alguns times como goiás, fortaleza.”

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