Conteúdo por Gazeta Esportiva

“Não tinha por que a gente se acovardar”, diz Tchê Tchê sobre San-São

A grande intensidade do São Paulo, principalmente no segundo tempo, chamou a atenção de todos que acompanharam o clássico San-São deste sábado, no estádio do Morumbi. Abrindo mão de um volante de marcação para a entrada de Hernanes, Cuca mostrou ousadia e se dispôs a correr grandes riscos, no entanto, para Tchê Tchê, a postura do Tricolor diante de mais de 44 mil torcedores foi completamente entendível.

“A gente tinha trabalho nesses 14 dias que tivemos, tínhamos que jogar assim. Estamos dentro da nossa casa, nossa torcida apoiou a gente demais, estão de parabéns. Fizemos o que nos propomos a fazer, treinamos para isso, era a maneira de ser um jogo igual. Vínhamos em uma crescente, então não tinha por que a gente ficar atrás e se acovardar”, afirmou Tchê Tchê.

Sem Luan, seu parceiro de meio-campo, Tchê Tchê teve trabalho dobrado no segundo tempo. Ao mesmo tempo que tinha que dar uma maior atenção na fase defensiva, o volante também foi ao ataque e participou de boas tramas no campo do Santos, que embora tenha chegado ao segundo gol já na reta final da partida, não evitou a amarga derrota para o rival.

Vitória merecida

Outro jogador que saiu de campo elogiado neste sábado foi Everton. O camisa 22 iniciou a partida como meia, mas esteve em diversas partes do campo, dando dinâmica à equipe do técnico Cuca e se estabelecendo como um dos pilares do São Paulo no clássico. Para ele, a vitória tem um peso grande, ainda mais por ter sido contra quem foi.

“Merecemos a vitória pela partida que fizemos. Encaramos uma equipe muito forte, se não for a mais forte do campeonato. A equipe se portou bem, é isso aí”, afirmou Everton.

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