Conteúdo por Gazeta Esportiva

Neymar revela incômodo ao ser poupado no PSG antes das oitavas da Champions

Recuperado de uma fissura na costela, Neymar voltou a atuar pelo Paris Saint-Germain nesta terça-feira, mas mesmo assim o clube acabou derrotado pelo Borussia Dortmund por 2 a 1, na Alemanha. Depois da partida, o brasileiro mostrou-se incomodado com a decisão da comissão técnica, que o poupou em quatro partidas antes do jogo válido pela Liga dos Campeões.

“Infelizmente tive que acatar isso, tive várias discussões, não curti o que eles propuseram para mim. Mas o clube é quem manda, tive que respeitar, infelizmente. Mas isso acaba sendo ruim para mim e para os companheiros”, relatou o jogador.

Neymar foi autor do gol do PSG na derrota para o Borussia Dortmund

Na partida contra o Montpellier, no dia 1º de fevereiro, Neymar sofreu uma pancada na costela, mas seguiu até o apito final. Depois de passar por exames, entretanto, foi apontado uma fratura e o PSG decidiu deixar o brasileiro fora dos jogos contra Nantes, Lyon e Amiens, pelo Francês, e contra o Dijon, pela Copa da França.

Neymar confirmou que tinha uma fissura na costela, mas revelou ainda que poderia entrar em campo sem problema algum nas partidas anteriores.

“Eu realmente lesionado, tinha uma fissura na costela. Mas não era nada que me impedisse de jogar. Óbvio que tive que ficar recuperando uma semana. Para o jogo contra o Lyon eu já estava preparado para jogar, já queria jogar. Só que adiaram de novo, adiaram de novo e adiaram novamente”

Contratado como a principal estrela do PSG na temporada 2017/2018, Neymar esteve ausente das disputas de mata-mata do PSG nas últimas duas Champions. Mesmo marcando o gol de sua equipe, o craque comentou que sentiu o ritmo da partida contra o Borussia, pelas oitavas da competição.

“Entendo o medo que o clube sofre, porque em dois anos acabei ficando fora das oitavas. Respeito as decisões, mas não pode ser assim, porque quem acaba sofrendo é o jogador. Foi muito difícil poder jogar um jogo como esse, intenso os 90 minuto, em que você praticamente não para. É diferente. Se estivesse em condições melhores físicas com certeza teria feito um jogo melhor”, finalizou.

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