Peter e Mário pegam 60 dias de suspensão e multa de R$ 10 mil

Presidente e vice de futebol do Fluminense foram punidos após reclamações contra a arbitragem de Leandro Vuaden, na partida de ida das semifinais da Copa do Brasil

Divulgação

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Rio de Janeiro (RJ)

O Fluminense perdeu dois dos seus principais dirigentes pelos próximos 60 dias após julgamento na 4ª Comissão do STJD nesta sexta-feira. O presidente Peter Siemsen e o vice-presidente de futebol, Mário Bittencourt, foram punidos pelas ofensas relatadas pelo árbitro Leandro Pedro Vuaden na súmula do primeiro jogo da semifinal da Copa do Brasil, diante do Palmeiras, no Maracanã. Além da suspensão de dois meses, eles terão que pagar uma multa de R$ 10 mil cada.

Siemsen e Mário não concordaram com a marcação do pênalti para o Palmeiras, que acabou resultando no gol de Zé Roberto. Mesmo com a vitória tricolor por 2 a 1 na partida, os dois reclamaram bastante após o jogo quando o trio de arbitragem ia para o vestiário. Naquele dia, Peter ainda concedeu entrevista coletiva disparando contra a atuação de Vuaden e pedindo a renúncia do presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Sérgio Corrêa.

Além deles, o auxiliar técnico Pedro Gama também foi julgado por ter protestado jogando o boné de “forma ríspida” após um impedimento marcado contra o Fluminense . Ele foi suspenso por uma partida.

Peter ainda pode sofrer novas sanções, já que após o segundo jogo, no Allianz Parque, foi novamente acusado de ter ofendido a arbitragem. Segundo o árbitro Anderson Daronco, o presidente tricolor o chamou de “ladrãozinho” após a eliminação.

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