Presidente do Joinville quer terceirizar futebol do clube

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Após a péssima campanha no Campeonato Catarinense e a eliminação precoce na primeira fase da Série D do Campeonato Brasileiro, o presidente do Joinville, Vilfred Schapitz, quer tomar medidas drásticas para que o JEC retome seu protagonismo. Uma delas é a terceirização do futebol profissional.

Presidente mostrou profunda insatisfação com a situação do JEC – Divulgação

Schapitz quer criar uma extensão do CNPJ utilizado por uma das lojas do clube, a Toca do Coelho,  para o futebol, não atingindo as contas do clube. A intenção é fazer uma gestão independente como acontece com o futsal, onde o JEC disputa as maiores competições nacionais. Os trâmites jurídicos para essa ação serão avaliadas nos próximos dias.

“É a única solução, porque assim abrirá possibilidade de uma empresa ou pessoa física investir no clube. Dando uma garantia a nós que eles vão trabalhar com o futebol, dando as certidões negativas dos impostos e fazendo a coisa correta, o Joinville só tem a ganhar. Até quando? Até o Joinville se autossustentar com a base”, destacou o Presidente.

O projeto será levado ao Conselho Deliberativo e, se aprovado, poderá ser posto em prática.

A base também foi um assunto bastante recorrente na entrevista de Schapitz nesta terça-feira (4). O CNPJ que anteriormente era da loja oficial do clube, a Toca do Coelho, passará a ser da base com o objetivo de dar independência à ela.

Para isso, a diretoria já procura na cidade investidores que queiram colaborar com cotas de R$ 5 mil. A ideia é conseguir 30 investidores para que a base consiga se manter com sua arrecadação.

O JEC sofreu três rebaixamentos seguidos nas divisões nacionais e amarga mais um ano sem conseguir seu acesso à Série C. Por isso, o presidente vê na base o grande trampolim para reerguer o clube. “Vou dar todas as condições”, garantiu Schapitz.

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