Quase brasileiro e fã de ‘Wesley Safadón’, Cristaldo pede raça argentina

Atacante deu mais um show de bom humor em sua entrevista e revelou ser fã do cantor e compositor cearense, mas garante que não abandona origem hermana

O argentino Cristaldo está a cada dia mais brasileiro. Dois dias após dar uma assistência e marcar um gol na vitória por 3 a 1 sobre o Avaí, pelo Brasileirão, o camisa 9 deu mais de suas entrevistas bem-humoradas na Academia de Futebol e revelou que é fã de Wesley Safadão, cantor e compositor cearense.

– Estou ouvindo muito “Wesley Safadón” (risos). Tem uma que chama “Camarote”, que estou ouvindo no vestiário, mas sou muito mal cantando – sorriu o camisa 9, que pronunciou o nome do músico com um toque hermano.

Ele também quer ver essa pitada argentina presente na semifinal da Copa do Brasil, nas próximas duas quartas-feiras, contra o Fluminense. Allione e Mouche, assim como o Churry, também se destacaram no mistão alviverde que enfrentou o Avaí.

– Já ouvi falar dessas coisas, que o Palmeiras é copeiro. Acho que nós (argentinos) podemos ajudar o time dentro e fora do campo. Em uma definição, você tem que estar ligado, concentrado, porque são 180 minutos. Temos que nos concentrar plenamente nos dois jogos. A diferença do jogador argentino, que todo mundo sempre ressalta, é que vai na bola como se fosse a última.

Sem acomodação

Apesar da boa atuação na Ressacada, Cristaldo dificilmente será titular na quarta-feira. Lucas Barrios, outro que nasceu na Argentina, mas naturalizado paraguaio, é quem deve comandar o ataque. Mas nada de se acomodar com a fama de talismã.

– O Barrios vinha muito bem de centroavante, é um jogador de muito mais nome, tem história no futebol, muitos gols. O Marcelo às vezes fala comigo que posso gerar outra expectativa, para o segundo tempo, fala que tenho estrela. Hoje o time está bem, o Marcelo é o professor e temos que fazer o que ele pede – comentou.

– Sou um cara que tomo as coisas de forma sempre positiva. Eu me cobro se não estou jogando, às vezes pode ser por erros meus, porque tive oportunidade. Com Marcelo, esse foi o segundo jogo que fiz como titular, mas antes dele joguei vários. Fiz gols, mas não pude demonstrar todo meu potencial. Pude demonstrar no domingo que posso ser uma opção. Não me sinto um cara acomodado.

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