Rival nas pistas, Emerson Fittipaldi lamenta morte de Lauda: ‘foi um gladiador’

Uma das lendas do automobilismo mundial, o austríaco Niki Lauda morreu aos 70 anos na segunda-feira (20), por causa de complicações renais. Nesta terça-feira (21), outra grande figura das pistas lamentou a perda do ex-piloto, campeão da Fórmula 1 em 1975, 1977 e 1984.

Em suas redes sociais, o brasileiro Emerson Fittipaldi prestou uma homenagem a um de seus maiores rivais nos circuitos pelo mundo na década de 1970.

Niki Lauda morreu na noite desta segunda-feira (20) – Divulgação/ND

“Querido Niki, você tinha muito talento, duro nas disputas, mas sempre leal. Você, supercampeão, sua história inspirou minha família, meu filho Emmo, meus netos Pietro e Enzo. Você me inspirou quando, com tanta coragem e determinação, já voltou em Monza. Niki mais que campeão, você foi um GLADIADOR. Minhas sinceras condolências à toda sua família. Descanse em paz DEUS ABENÇOE”, disse o brasileiro em uma postagem.

Lauda vinha sofrendo com problemas de saúde há pelo menos um ano. Em agosto de 2018, chegou a ser submetido a um transplante de pulmão, em Viena, na Áustria, e passou cerca de três meses internado.

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Nos últimos anos, ele vinha exercendo a função de presidente de honra da equipe Mercedes, que vem dominando a Fórmula 1 nos últimos anos. Lauda atuava quase como um conselheiro de luxo, próximo ao chefe de equipe Toto Wolff e aos pilotos, o inglês Lewis Hamilton e o finlandês Valtteri Bottas.

O austríaco também era presidente do Conselho de Supervisão da escuderia desde setembro de 2012.

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