Conteúdo por Gazeta Esportiva

Sánchez admite “um pouco de raiva”, mas entende opção de Sampaoli no Santos

Reserva no clássico contra o Corinthians, Carlos Sánchez voltou a ser titular e fez o gol do Santos na vitória por 1 a 0 sobre o Bahia nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Ao Esporte Interativo, Sánchez admitiu “um pouco de raiva”, mas disse entender o rodízio feito pelo técnico Jorge Sampaoli.

“Trabalho no dia a dia para que o técnico me escale. Depende dele. Temos que trabalhar sempre bem, sem cruzar os braços. Um pouco de raiva, mas temos que ter tranquilidade. Lutar, fazer um bom trabalho e depende da gente assimilar se jogar ou não”, disse Sánchez.

“Eu falo sempre com ele (Sampaoli). Temos boa relação. Se ele pensa em outro jogador que pode estar melhor ou com outra característica, tudo bem. Depende dele me colocar ou não. Quero somar. Apoiamos o trabalho dele”, completou.

Sánchez é artilheiro (com 15 gols) e garçom (com oito assistências) na temporada. O Santos voltará a campo para enfrentar o Botafogo, domingo, novamente na Vila

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Sánchez admite “um pouco de raiva”, mas entende opção de Sampaoli no Santos

Reserva no clássico contra o Corinthians, Carlos Sánchez voltou a ser titular e fez o gol do Santos na vitória por 1 a 0 sobre o Bahia nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Ao Esporte Interativo, Sánchez admitiu “um pouco de raiva”, mas disse entender o rodízio feito pelo técnico Jorge Sampaoli.

“Trabalho no dia a dia para que o técnico me escale. Depende dele. Temos que trabalhar sempre bem, sem cruzar os braços. Um pouco de raiva, mas temos que ter tranquilidade. Lutar, fazer um bom trabalho e depende da gente assimilar se jogar ou não”, disse Sánchez.

“Eu falo sempre com ele (Sampaoli). Temos boa relação. Se ele pensa em outro jogador que pode estar melhor ou com outra característica, tudo bem. Depende dele me colocar ou não. Quero somar. Apoiamos o trabalho dele”, completou.

Sánchez é artilheiro (com 15 gols) e garçom (com oito assistências) na temporada. O Santos voltará a campo para enfrentar o Botafogo, domingo, novamente na Vila

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Reserva no clássico contra o Corinthians, Carlos Sánchez voltou a ser titular e fez o gol do Santos na vitória por 1 a 0 sobre o Bahia nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Ao Esporte Interativo, Sánchez admitiu “um pouco de raiva”, mas disse entender o rodízio feito pelo técnico Jorge Sampaoli.

“Trabalho no dia a dia para que o técnico me escale. Depende dele. Temos que trabalhar sempre bem, sem cruzar os braços. Um pouco de raiva, mas temos que ter tranquilidade. Lutar, fazer um bom trabalho e depende da gente assimilar se jogar ou não”, disse Sánchez.

“Eu falo sempre com ele (Sampaoli). Temos boa relação. Se ele pensa em outro jogador que pode estar melhor ou com outra característica, tudo bem. Depende dele me colocar ou não. Quero somar. Apoiamos o trabalho dele”, completou.

Sánchez é artilheiro (com 15 gols) e garçom (com oito assistências) na temporada. O Santos voltará a campo para enfrentar o Botafogo, domingo, novamente na Vila

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Reserva no clássico contra o Corinthians, Carlos Sánchez voltou a ser titular e fez o gol do Santos na vitória por 1 a 0 sobre o Bahia nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Ao Esporte Interativo, Sánchez admitiu “um pouco de raiva”, mas disse entender o rodízio feito pelo técnico Jorge Sampaoli.

“Trabalho no dia a dia para que o técnico me escale. Depende dele. Temos que trabalhar sempre bem, sem cruzar os braços. Um pouco de raiva, mas temos que ter tranquilidade. Lutar, fazer um bom trabalho e depende da gente assimilar se jogar ou não”, disse Sánchez.

“Eu falo sempre com ele (Sampaoli). Temos boa relação. Se ele pensa em outro jogador que pode estar melhor ou com outra característica, tudo bem. Depende dele me colocar ou não. Quero somar. Apoiamos o trabalho dele”, completou.

Sánchez é artilheiro (com 15 gols) e garçom (com oito assistências) na temporada. O Santos voltará a campo para enfrentar o Botafogo, domingo, novamente na Vila

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Ao Esporte Interativo, Sánchez admitiu “um pouco de raiva”, mas disse entender o rodízio feito pelo técnico Jorge Sampaoli.

“Trabalho no dia a dia para que o técnico me escale. Depende dele. Temos que trabalhar sempre bem, sem cruzar os braços. Um pouco de raiva, mas temos que ter tranquilidade. Lutar, fazer um bom trabalho e depende da gente assimilar se jogar ou não”, disse Sánchez.

“Eu falo sempre com ele (Sampaoli). Temos boa relação. Se ele pensa em outro jogador que pode estar melhor ou com outra característica, tudo bem. Depende dele me colocar ou não. Quero somar. Apoiamos o trabalho dele”, completou.

Sánchez é artilheiro (com 15 gols) e garçom (com oito assistências) na temporada. O Santos voltará a campo para enfrentar o Botafogo, domingo, novamente na Vila

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