São José e Içara conquistam o ouro na abertura do ciclismo nos Jasc

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A campeã do Brasil Ride confirmou o seu favoritismo e ganhou a prova de marathon, que abriu a competição de ciclismo nos Jasc (Jogos Abertos de Santa Catarina), nesta sexta-feira (1), em Timbó, no Vale do Itajaí.

Tânia Clair Picklerd Negherbon e Gustavo Freitas ganharam ouro no marathon – Foto: Orlando Pereira/ND

Tânia Clair Pickler Neguebon, que compete por São José, município da Grande Florianópolis, ficou com a medalha de ouro. Enquanto isso, Tamires Fanny Radatz, de Florianópolis e Ana Luísa Kork Panini, de Blumenau, com a de prata e bronze, respectivamente.

Enquanto no masculino, o vencedor foi Gustavo Freitas, o Maninho, de Içara, município do Sul do Estado. Ricardo Pscheidt, de Joinville, ficou com o segundo lugar e Jair Fernando dos Santos, de Rio do Sul, ficou com a medalha de bronze. O percurso foi de 50 quilômetros com 1.080 metros de subida no Morro Azul, em Timbó.

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Ouro no feminino

A medalha de ouro de Tânia é a sua segunda conquista depois que o ciclismo feminino foi implantado oficialmente nos Jasc. No ano passado, em Caçador, ela terminou a competição com a medalha de prata.

A ciclista josefenses nem teve tempo para descansar. Ela mal chegou de Salvador, na Bahia, onde ganhou o Brasil Ride e veio para os jogos. O Brasil Ride é a maior ultramaratona das Américas e contou com representantes de 24 países.

“Ganhar lá na Bahia competindo com ciclistas de ponta e aqui nos Jasc esse ano era o meu sonho”. A ciclista de 33 anos ainda tem mais duas competições nesta temporada.

Ouro masculino

Da mesma forma, o campeão do masculino tem uma longa história no ciclismo catarinense. Além disso, Maninho compete nos Jasc desde 1991 quando não havia a modalidade de marathon. No entanto, apesar das 14 medalhas de ouro conquistadas como treinador de Içara nos Joguinhos Abertos, ele afirma que conseguir a desse ano se tornou a mais importante de sua carreira.

“Tinha muita gente falando muita besteira”. Ele não mencionou quem e o que era. Ele também coleciona uma de prata, conquistada em 2017. Aos 43 anos, Maninho não pensa em parar de pedalar.

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