Conteúdo por Gazeta Esportiva

Seleção Brasileira melhora ou piora sem Neymar? Veja números

Antes da estreia da Seleção Brasileira na Copa América, Tite chegou a afirmar que Neymar é imprescindível para a equipe. Mais tarde, na mesma entrevista coletiva concedida na Granja Comary, incomodado por talvez não ter sido tão claro, o treinador ponderou: “isso não quer dizer insubstituível”.

Quis o destino que uma lesão voltasse a tornar Neymar desfalque do Brasil em uma competição oficial.

Em 2014, uma pancada o tirou da Copa do Mundo nas quartas de final. No ano seguinte, o camisa 10 só atuou nos primeiros compromissos da Copa América, e em 2016 o Barcelona não o liberou para a edição centenária do torneio continental.

Seis atletas diferentes já marcaram gols para o Brasil, assim como nos dois últimos mundiais. A diferença é que isso foi conquistado em apenas três jogos, dois a menos que em 2014 e três a menos que 2018.

A média de gols também já é mais alta: 2.6 gols por jogo, mais que as médias de 2 gols por jogo na Copa de 2014 e 1.6 no Mundial da Rússia.

Na lacuna deixada por Neymar, Tite apostou primeiramente em David Neres. No último jogo, Everton ganhou de fato a vaga e, aparentemente, está consolidado no setor pela esquerda do ataque.

Ainda assim, Neymar é o segundo no ranking de artilheiros da Seleção na Era Tite. O astro do Paris Saint-Germain tem 14 tentos no currículo, dois a menos que Gabriel Jesus, mesma distância que tem de Coutinho, seu ‘concorrente’ mais próximo.

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