Sem Jael, a responsabilidade pelos gols do JEC na decisão fica com Edigar Junio

Com quatro gols marcados e dez assistências, o camisa 11 será a referência de velocidade no do­mingo

Sem Jael, uma das principais armas do JEC para a decisão deste domingo (13) é o atacante Edigar Junio. O camisa 11 participou de dez dos 20 gols que o Coelho marcou no Catari­nense. Além de ser um dos jogado­res mais regulares do time, Edigar ficou de fora em apenas uma parti­da na temporada e por suspensão.

Com quatro gols marcados e dez assistências, o camisa 11 será a referência de velocidade no do­mingo. Algo que deve ser determi­nante, como concorda o técnico Hemerson Maria. “Temos jogado­res rápidos para o contra-ataque. Vamos buscar a vitória.”

Carlos Junior/Arquivo/ND

Edigar Junio acha que o jogo deste domingo será de muita marcação

Confirmado no ataque, Edigar Junio prefere não escolher com­panheiro para a decisão. “Inde­pendentemente de quem entrar ou sair, estão todos trabalhando firme e na mesma barca e tenho certeza que, quem o professor es­colher para ficar no lugar dele, vai dar conta do recado.”

Sem medo de sofrer marcação especial, o atacante de 23 anos garante que tentará achar espaço, mas opina que será um jogo de muita marcação. “Trata-se de uma final. O jogo estará brigado em to­dos os cantos. Se eles marcarem a gente de um certo jeito, temos de arrumar algum jeito para sair des­sa marcação.”

Sem Jael, uma das principais armas do JEC para a decisão deste domingo (13) é o atacante Edigar Junio. O camisa 11 participou de dez dos 20 gols que o Coelho marcou no Catari­nense. Além de ser um dos jogado­res mais regulares do time, Edigar ficou de fora em apenas uma parti­da na temporada e por suspensão.

Com quatro gols marcados e dez assistências, o camisa 11 será a referência de velocidade no do­mingo. Algo que deve ser determi­nante, como concorda o técnico Hemerson Maria. “Temos jogado­res rápidos para o contra-ataque. Vamos buscar a vitória.”

Confirmado no ataque, Edigar Junio prefere não escolher com­panheiro para a decisão. “Inde­pendentemente de quem entrar ou sair, estão todos trabalhando firme e na mesma barca e tenho certeza que, quem o professor es­colher para ficar no lugar dele, vai dar conta do recado.”

Sem medo de sofrer marcação especial, o atacante de 23 anos garante que tentará achar espaço, mas opina que será um jogo de muita marcação. “Trata-se de uma final. O jogo estará brigado em to­dos os cantos. Se eles marcarem a gente de um certo jeito, temos de arrumar algum jeito para sair des­sa marcação.”

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