Sem receber, Zé Antônio lamenta situação do Figueirense e alerta: “tudo tem um limite”

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A situação no Figueirense segue a mesma. Salários referentes ao mês de julho ainda não foram quitados, assim como valores atrasados de temporadas anteriores. Em suma, esta terça-feira (13) não mudou absolutamente nada no bairro Estreito.

O volante Zé Antônio concedeu entrevista coletiva antes do treinamento e falou com tristeza de ver o Furacão nesta “situação crítica e complicada”.

Um dos mais antigos do atual grupo, o capitão Zé Antônio veio e, sem melindres, falou da situação do clube que nas últimas semanas tem sido dominada pelo extracampo.

Apesar do mau momento na competição – são seis jogos com quatro empates e duas derrotas – o contexto do clube, no fim, acaba tomando conta da pauta tanto na coletiva, como nos corredores e pelas arquibancadas.

“É lógico que é difícil ver uma situação de um clube de tanta tradição como o Figueirense nessa situação crítica e complicada. Cabe a gente ter a expectativa de que as coisas melhorem. A gente sabe que eles têm tentado fazer, mas tudo tem um limite, a gente também precisa dos pagamentos e não só nós como todos os funcionários”, falou o líder do grupo.

Zé Antônio foi questionado sobre a possibilidade de sair do clube. Veja o que ele respondeu.

Enquanto a situação não é regularizada o grupo se prepara para o duelo contra a Ponte Preta, nesta quinta-feira (15), às 21h30, no estádio Orlando Scarpelli.

Vinícius Eutrópio comanda um trabalho e, a princípio, não poderá contar com o zagueiro/volante Pereira além dos laterais esquerdos Mateus Brunetti e Matheus Destro. Victor Guilherme, o lateral-direito, foi liberado e está a disposição da equipe.

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