Sólido, Sidão se candidata ao rol dos grandes goleiros no Figueirense

Atualizado

Ainda que estejamos diante de uma história quase centenária do Figueirense, é fato que os recentes anos do clube têm consagrado a posição de goleiro. Sem fazer muita força na memória nomes como Tiago Volpi, Wilson, Gatito Fernández, Alex Muralha e Denis fizeram história no bairro do Estreito.

Quem aparece nessa esteira, ainda que com muito terreno a percorrer, é o Sidney Aparecido Ramos da Silva, popularmente conhecido como Sidão.

Sidão, goleiro do Figueirense – Foto: Patrick Floriani/FFC/divulgação

Atualmente com 37 anos, Sidão “estourou” para o futebol somente em 2015, após grande campanha com o Osasco Audax, vice-campeão paulista. Sidão foi levado até o Botafogo-RJ onde manteve a performance em alto nível.

Leia também

Levado para o São Paulo, no entanto, não repetiu suas melhores atuações e entrou em grande ostracismo. Alternou reserva e titularidade ao longo de dois anos no Tricolor Paulista, mas jamais foi unanimidade.

Passou pelo Goiás e pelo Vasco da Gama onde, mais uma vez, não deixou saudade. Contratado pelo Figueirense em 2020 chegou ao clube em busca da reafirmação na carreira. Até o momento, embora um estágio precoce da temporada, tem conseguido.

Titular absoluto do Figueirense em todos os jogos até aqui – cinco vitórias, um empate e duas derrotas, Sidão sofreu cinco gols. Juntamente com o lateral Lucas e o zagueiro Alemão, puxa a média de idade para cima e faz parte do pilar de experiência que o clube montou para a temporada.

“Eu me sinto honrado de vestir essa camisa, grandes goleiros passaram por aqui, fico orgulhoso, ainda mais nesse momento importante, essa retomada. Agradeço a todos que estão aqui”, mencionou o arqueiro alvinegro.

Sidão em treinamento no Figueirense – Foto: Patrick Floriani/FFC

Jogo com portões fechados

O Figueirense volta a campo pelo campeonato Catarinense no próximo domingo (1), em duelo frente a Chapecoense, no estádio Orlando Scarpelli.

Em função da punição aplicada pelo TJD-SC (Tribunal de Justiça Desportiva de Santa Catarina), o Furacão terá que entrar em campo com os portões fechados.

Apesar de ter um caráter punitivo, o fato de realizar o jogo dentro do seu estádio foi uma “vitória” do clube diante do julgamento.

Enquanto a primeira instância, a partir da 2ª comissão disciplinar, aplicou uma pena de uma perda de mando de campo – que incide sobre atuar em um campo fora do raio de 100 quilômetros – o pleno do TJD-SC entendeu por manter a pena, em partes, ao deixar que o clube jogue dentro do seu estádio.

Mais conteúdo sobre

Futebol