Fábio Machado

Rotina, contratações e análise dos jogos dos clubes catarinenses. A história do futebol no Estado é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que marcaram Santa Catarina.


Após ação do MPSC, clube da série B do Catarinense regulariza alojamento de atletas

Após ter sido detectado irregularidades de controle de incêndio no alojamento do Barra FC, nova vistoria do Corpo de Bombeiros garantiu que o local está adequado. FCF se manifesta sobre o caso.

Uma boa notícia para o time do Barra Futebol Clube, que faz parte da Série B do futebol catarinense e está sediado em Balneário Camboriú e vem realizando um trabalho de preparação para o estadual.  O MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) arquivou a investigação sobre as condições do alojamento dos atletas de base, após manifestação do Corpo de Bombeiros atestando que providências foram tomadas, ou seja, as exigências foram cumpridas.

Lembrando que em fevereiro deste ano. O MPSC também investigou os alojamentos do Clube Atlético Batistense, de São João Batista, que participa da Série C do campeonato estadual após denúncia anônima. A coluna noticiou a investigação LEIA AQUI   e   depois ouviu e versão da diretoria do clube, publicando fotos e vídeos dos alojamentos.  LEIA AQUI. 

RESPOSTA DA FCF ( Federação Catarinense de Futebol).

O diretor de competições especiais da FCF (Federação Catarinense de Futebol), Carlos Crispim, respondeu para a coluna:

“Boa tarde, Fábio Machado. É uma preocupação da Federação também. Após aquele incidente lá no Centro de Treinamentos do Flamengo, as autoridades começaram a se preocupar mais. Na realidade são seres humanos, e se preocupam com as condições sanitárias, de segurança, alimentação e o bem-estar das pessoas que estão ali alojadas. A FCF sempre que recebe uma denúncia, também verifica a atua para que este quadro mude.”

COMENTÁRIO

Fazer futebol profissional não é barato. É caro e difícil. No entanto, ignorar ou fechar os olhos para o trabalho do Ministério Público de Santa Catarina, ou de qualquer autoridade sanitária, municipal ou estadual, é recorrer ao pior dos erros: não legitimar um trabalho vigilante, que visa, em primeiro lugar a saúde dos atletas. Nos dois casos acima, os dirigentes dos clubes foram profissionais e corretos. Agiram no tempo devido e tomaram as providências necessárias e recomendadas pelas autoridades. Quem ganha com isso é a segurança e o futebol de Santa Catarina.

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