Avaí acusa árbitro de chamar Bruno Silva de ‘palhaço’ durante jogo contra Chapecoense

Técnico Claudinei Oliveira reclamou da postura do árbitro Rafael Traci durante o confronto e disse ter sido chamado de "bobo" pelo diretor de arbitragem da FCF, Marco Antônio Martins

O Avaí se pronunciou sobre atitudes da comissão de arbitragem da partida diante da Chapecoense na tarde desta quinta-feira (11), em Itajaí. O Leão vê irregularidade nos dois gols do Verdão na derrota por 2 a 1 e criticou atitudes do árbitro Rafael Traci durante o confronto.

Claudinei Oliveira reclamou sobre a postura da arbitragem – Foto: Reprodução/TV AvaíClaudinei Oliveira reclamou sobre a postura da arbitragem – Foto: Reprodução/TV Avaí

De acordo com o clube, Traci teria chamado Bruno Silva de “palhaço” durante o primeiro tempo da partida. Ainda segundo o Leão, o delegado especial do confronto, Marco Antônio Martins, diretor de arbitragem da FCF (Federação Catarinense de Futebol), teria chamado o técnico Claudinei Oliveira de “bobo”.

O comandante Azurra falou sobre as acusações em coletiva após a partida. “Durante o primeiro tempo ele falou para o Bruno ‘não ser palhaço’. Todos os integrantes do nosso banco de reservas ouviram. Se o atleta fala a mesma coisa para o árbitro é expulso”, afirmou o técnico.

“É difícil, temos que tomar cuidado com o que fala, porque pode voltar contra a gente. Hoje foi esquisito. Tinha o delegado do jogo, que está ali para ver o que acontece, e muitas vezes estava dando razão ao Traci. No jogo de hoje, ele interferiu no resultado”, disse Claudinei.

Ainda segundo o treinador do Leão, atletas da Chapecoense, que já trabalharam com ele, confirmaram os equívocos de Traci durante a partida.

“Hoje o placar foi 2 a 1 para o Rafael Traci. O primeiro gol saiu de um lateral que era nosso, inclusive o quarto árbitro avisou o Traci. O pênalti, só pelo comportamento do Betão vi que não tinha sido nada”, afirmou.

Contraponto

A reportagem do ND+ entrou em contato com o diretor de arbitragem da FCF, Marco Antônio Martins, que afirmou que as acusações “não são verdadeiras”.

A reportagem também entrou em contato com o presidente da Sinafesc (Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de Santa Catarina), Johnny Barros, que afirmou que ainda irá avaliar a situação.

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