Fábio Machado

Rotina, contratações e análise dos jogos dos clubes catarinenses. A história do futebol no Estado é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que marcaram Santa Catarina.


AVAÍ 1 X 1 OESTE: comentário, nota dos jogadores e avaliação do treinador Geninho

Avaí esquece o futebol dentro do vestiário e apenas empata com o Oeste na Ressacada

Durante a semana vários jogadores do Avaí convocaram os torcedores para comparecem no estádio da Ressacada. Qual a desculpa? Era a pergunta para convencer a presença da torcida no sul da ilha.  O público atendeu: 10.040 presentes no empate em 1 x 1 diante do Oeste.

Só que após o empate, chegou a hora do torcedor avaiano perguntar: qual foi a desculpa para que o Avaí não jogasse futebol?

Time lento, perdido em campo, errando todos os cruzamentos e raras jogadas trabalhadas. Um enredo que beneficiou o time do Oeste, acostumando a empates e retranca. Faltou inteligência e sobrou salto alto no empate ruim desta tarde de sábado na Ressacada.

Para piorar, o treinador Geninho deu a sua contribuição. Demorou a perceber que o jogo estava à feição do time adversário. Se acomodou e errou nas três alterações. Aliás, precisa explicar esse amor que tem pelo nulo Pedro Castro.

Para tentar entender a falta de critério do treinador, na segunda substituição, tirou o atacante Getúlio para a entrada do Jones Carioca. Ora, atuando em casa, precisando vencer, qual a necessidade de manter dois volantes em campo, sendo um deles o Pedro Castro que já tinha cartão amarelo e errava todas as jogadas?

Logo depois corrigiu a lambança, tirando o Pedro Castro para colocar o Daniel Amorim. Queimou duas substituições em uma e o treinador do time adversário, Roberto Cavalo  agradeceu.  

O Avaí não mereceu a vitória, e no fim o time reclamou muito da arbitragem que não marcou uma penalidade no final da partida e não coibiu a violência do time do Oeste, deixando de mostrar cartões amarelos. 

KOZLISKI – O Kozlinski sendo o Kozlinski. Normal. Falhou no gol do Oeste. E no fim do jogo saiu catando borboleta quase saindo o gol da virada do Oeste.  NOTA 3

GUGA – Preso demais na lateral. Aquele Guga ousado sumiu. NOTA 6

BETÃO – Líder como sempre. Muita seriedade. NOTA 7

AIRTON – Lento, perde bolas pelo alto. NOTA 6

CAPA – Boa presença no fundo, mas erra todos os cruzamentos. NOTA 5

JUDSON – O “motorzinho” sentiu falta do Matheus Barbosa e sofreu ao lado do Pedro Castro. NOTA 7

PEDRO CASTRO – Não acertou nada, chegou atrasado nas jogadas e não acerta um passe. Corre de um lado para o outro e só. Inexplicável.   NOTA 3

(DANIEL AMORIM) –Entrou para corrigir um erro do Geninho. Mas não conseguiu nada de produtivo. NOTA 6

RENATO – Fez a sua parte, marcou o seu gol e ajudou no ataque. Até a entrada do Luan Pereira era o único que criava algo no meio de campo. NOTA 7

MARQUINHOS SANTOS – Ídolo, ídolo e ídolo. Mas é preciso dizer: não tem mais condições de assumir alguma responsabilidade no time. Está no sacrifício para fechar a temporada. NOTA 5

(LUAN PEREIRA) – Está pedindo passagem como titular. Quando entra o time ganha velocidade e oportunidades. Chutou duas bolas perigosas quase marcando o seu gol. Mas o Geninho não deve gostar do seu futebol. NOTA 7

GETÚLIO – Não estava em um bom dia para o futebol. NOTA 5

(JONES CARIOCA) – Entrou e jogou mais que o Rodrigão e Getúlio juntos. Precisa de mais tempo em campo. NOTA 6

RODRIGÃO – Após ser elogiado no jogo passado pelas boas assistências, achou que era um craque tentando botar a bola no meio das pernas do adversário. Não ganhou uma bola do Jomar enquanto esse jogador estava em campo. NOTA 4

GENINHO – Não teve a leitura correta do jogo. Demorou para enxergar que o Avaí fazia o jogo que o Oeste queria. Demorou para tirar o Marquinhos Santos e colocar o Luan Pereira. Na segunda alteração fez uma lambança. Jogando em casa, precisando vencer trocou um atacante por outro deixando dois volantes em campo, sendo um deles o Pedro Castro com cartão amarelo. Logo tentou corrigir. Colocando outro atacante. Queimou duas substituições e o adversário ganhou tempo para manter o empate. Geninho levou um “nó tático” do Roberto Cavalo.

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