De volta à titularidade, M10 fala sobre período no banco e ansiedade para marca histórica

Meia do Avaí igualou Décio Antônio como maior goleador da Ressacada, com 57 gols, contra o Botafogo, e pode se isolar na artilharia do estádio azurra diante do Grêmio

Titular na vitória por 2 a 1 sobre a Ponte Preta após um longo período no banco de reservas, o meia Marquinhos deve iniciar novamente a partida contra o Grêmio, neste domingo, na Ressacada. O camisa 10 recuperou o prestígio com o técnico Claudinei Oliveira depois das boas atuações nos últimos jogos, contra Botafogo – quando igualou a marca de Décio Antônio como maior artilheiro do estádio avaiano, com 57 gols – e a própria Macaca.

Marquinhos entrou no segundo tempo contra o Botafogo e mudou a cara do jogo - Jamira Furlani/Avaí/Divulgação
Marquinhos entrou no segundo tempo contra o Botafogo e marcou o gol do Avaí – Jamira Furlani/Avaí/Divulgação

Ausente do jogo do turno contra o Grêmio, na Arena, já por opção do treinador, Marquinhos perdeu a posição em definitivo para Pedro Castro contra o Corinthians, na 15ª rodada. Depois disso, o meia ficou seis rodadas no departamento médico devido a uma lesão no tendão e cumpriu quatro jogos de suspensão no período. Retornou no banco de reservas por conta da intensidade exigida na recomposição pelo esquema reativo de Claudinei. Viu o Avaí emendar uma sequência de sete jogos sem perder e outros seis sem ganhar e voltou ao time titular para ajudar o Leão a reencontrar o caminho das vitórias contra a Ponte Preta.

“Para mim que estou acostumado a jogar é uma situação diferente, mas tenho que respeitar. Assim como o treinador nos coloca para jogar, ele tem o direito de tirar. E eu não podia ser injusto porque a equipe vinha vencendo. Então coube a mim, pela minha experiência, liderança e tudo o que represento respeitar o momento do meu companheiro e a opção do treinador”, avaliou Marquinhos.

Cotado para seguir entre os titulares contra o Grêmio, o meia agora pode se isolar na artilharia  da Ressacada se balançar as redes diante do clube gaúcho. “A ansiedade existe, mas já foi muito maior. O que me preocupava era não voltar e deixar essa meta ir por água abaixo por causa de lesão. Já igualei o recorde, então é que estão de tempo para passar, mas o mais importante é a permanência do Avaí”, ressaltou o camisa 10.

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