Fábio Machado

Rotina, contratações e análise dos jogos dos clubes catarinenses. A história do futebol no Estado é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que marcaram Santa Catarina.


O fechamento do CFA e as melhorias no entorno do estádio da Ressacada

Segundo o presidente do Avaí, o investimento será de R$ 600 mil e é um sonho de 37 anos dos torcedores do clube.

Local dos treinamentos do Avaí será fechado.  – Foto: Leandro Boeira/Avaí FCAvaíLocal dos treinamentos do Avaí será fechado.  – Foto: Leandro Boeira/Avaí FCAvaí

O anúncio do fechamento dos campos de treinamentos ao lado da Ressacada (CFA) com placas de concreto pré-fabricados e a revitalização do estádio para dar mais conforto para os torcedores, foram anunciados na tarde desta quinta(26)  pelo presidente do Avaí, Francisco Battistotti em uma coletiva por videoconferência no sul da ilha. “Um sonho de 37 anos dos avaianos”, garantiu Battistotti. Sobre fechamento que já eu tinha antecipado esse projeto aqui na coluna há algum tempo, a ideia é que os atletas e comissões técnicas da base trabalhem sem a presença de olheiros e especuladores no local. “O cara fica ali fora olhando o treinamento, vê que um jogador atua bem e vai em cima do jovem atleta para levá-lo para o outro clube”, disse o presidente. E sobre os treinamentos do time principal, não custa lembrar que recentemente o próprio treinador Geninho disse que no Avaí ninguém tem privacidade para trabalhar. Já que os gramados são visíveis para que estão nas ruas ao lado. O custo do investimento na obra fica em torno de R$ 600 mil, segundo o presidente avaiano e com certeza vai dar uma nova cara para o estádio da Ressacada. Perguntado sobre as dívidas, o presidente garantiu que apesar da pandemia e da ausência dos torcedores nos jogos “estamos administrando dentro do possível os pagamentos de salários para jogadores e funcionários”. Sobre as pendências financeiras, além do clube ter anunciado nesta quinta que quitou todas as dívidas nos cartórios de Florianópolis, o clube paga mensalmente R$ 800 mil em débitos do Profut (Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro) e mais dívidas trabalhistas.