Brusque disputa o segundo título Catarinense de sua história

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O primeiro jogo será nesta quarta-feira (9), às 21h30 na Arena Condá

Nesta quarta-feira (9), começa a jornada do Brusque em busca do segundo título do Campeonato Catarinense Série A. O primeiro troféu é do estadual de 1992. Em fase histórica, o Marreco vem embalado com sequência de títulos para enfrentar a atual vice-campeã Chapecoense. O jogo de ida será na Arena Condá, casa da Chapecoense, às 21h30.

Brusque disputa o segundo título Catarinense de sua história – Foto: Brusque FC

Preparação do time

No comando de Jerson Testoni, o Brusque enfrenta a hexacampeã Chapecoense (1977, 1996, 2007, 2011, 2016 e 2017).

O time perdeu um de seus principais atacantes no mês passado. Edu lesionou o joelho direito na estreia na Série C do Campeonato Brasileiro, contra o Ypiranga. Mesmo assim, o clube conta com um plantel de peso para a decisão.

O goleiro Zé Carlos afirma estar ansioso para a final desta quarta. Ele acredita que o Verdão do Oeste é o time mais forte do Estado há alguns anos, mas que isso não vai intimidar a equipe.

“Serão dois grandes jogos, mas nós temos sim a chance de sermos campeões”.

Ao ser questionado sobre uma possível decisão de pênaltis, o goleiro afirma estar preparado para fechar o gol. Ele lembrou que o Brusque já decidiu dois campeonatos desta forma: Brasileirão Série D contra o Manaus FC (6×5), e Copa Santa Catarina com o Marcílio Dias (4×3). Ambos fora de casa.

O treinador Testoni afirma que o elenco do  Brusque é focado e esforçado. Segundo ele, esse é um dos principais motivos pela sequência de títulos: Copa Santa Catarina (2019 e 2020), Campeonato Brasileiro Série D (2019), e Recopa Catarinense (2020).

“Nos preparamos desde dezembro, mas faremos dois grandes jogos, pois temos experiência e viemos de sequência de quatro finais.”

Expectativa do torcedor

Esta será uma final de campeonato diferente. Pela primeira vez a torcida não poderá acompanhar de perto o Marreco. Nem por isso, a expectativa está mais ponderada neste ano.

Confira abaixo os depoimentos da torcida, representada por Nicoli Groh de 17 anos, e Vitor Hochsprung de 21 anos.