Fábio Machado

fabio.machado@ndmais.com.br Rotina, contratações e análise dos jogos dos clubes catarinenses. A história do futebol no Estado é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que marcaram Santa Catarina.


Cadê o “sorriso” no Figueirense? Quando ele voltará a aparecer no Orlando Scarpelli?

O executivo de futebol, Luciano Sorriso não aparece, não concede entrevistas. Se omite nas prestação de contas do seu serviço para a torcida do Figueirense.

CADÊ O SORRISO NO FIGUEIRENSE?

Luciano Sorriso (a direita) ao lado do presidente Norton Boppré na sua apresentação.  – Foto: Andrey de Oliveira/FFCLuciano Sorriso (a direita) ao lado do presidente Norton Boppré na sua apresentação.  – Foto: Andrey de Oliveira/FFC

O ex-jogador Luciano Sorriso, atual diretor executivo de futebol do Figueirense, não fala, não aparece e não presta contas e, finalmente, se omite dos seus erros na montagem do elenco que foi rebaixado para a Série C do futebol brasileiro. Se não fosse um atleta do próprio Figueirense, dos primeiros anos de 2000, ninguém saberia de sua aparência. Aliás, a nova geração de torcedores do clube que não lembram do Sorriso em campo, nem imaginam como ele é. Se um desses jovens torcedores passarem por ele numa calçada não terão a mínima ideia de quem seja.

O Sorriso, executivo de futebol e o sorriso precisam voltar a dar as caras no estádio Orlando Scarpelli. Sorriso precisa ser mais acessível e responder: Por que o Elano foi contratado e porque a demora de tirá-lo? Por que o Félix Micolta foi contratado entre outras enganações deste atual elenco? Por que o departamento médico sempre esteve lotado. Enfim, faz parte da sua função esclarecer, tirar as dúvidas, não para nós da imprensa, que fique isso bem claro, e sim, para a torcida alvinegra. Homem responsável pelo futebol, precisa dar as caras e não ficar “camuflado” na sua função.

Não por acaso, nas redes sociais a maioria da nação alvinegra pede a sua saída com adjetivos impublicáveis aqui nesta coluna.No duro e lento processo de reconstrução do Figueirense, que na terça foi rebaixado e na sexta tomou sete gols da Ponte Preta no estádio Orlando Scarpelli, o sorriso tem que voltar. Mas que seja um sorriso verdadeiro e de satisfação, e não um sorriso amarelo.

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