CBF emite nota de repúdio contra episódio no Orlando Scarpelli; veja manifestações no País

Além da entidade, que manifestou seu repúdio aos atos registrados no último sábado, em Florianópolis, clubes de todas as divisões, assim como profissionais também se solidarizaram

Jogadores de Vasco e Athletico, que se enfrentaram em São Januário no domingo (6), permaneceram de braços cruzados após a saída de bola do Vasco. O ato se deu em protesto contra a violência no treino do Figueirense, no sábado (5), no estádio Orlando Scarpelli. – Foto: Reprodução/ND
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Jogadores de Vasco e Athletico, que se enfrentaram em São Januário no domingo (6), permaneceram de braços cruzados após a saída de bola do Vasco. O ato se deu em protesto contra a violência no treino do Figueirense, no sábado (5), no estádio Orlando Scarpelli. – Foto: Reprodução/ND

No jogo entre Coritiba e Atlético-MG, no Couto Pereira, em Curitiba, nova manifestação. Antes de rolar a bola no domingo (6), os jogadores das duas equipes permaneceram parados, de braços cruzados logo após o apito inicial em protesto à invasão ao treino do Figueirense no dia anterior. – Foto: Reprodução/ND
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No jogo entre Coritiba e Atlético-MG, no Couto Pereira, em Curitiba, nova manifestação. Antes de rolar a bola no domingo (6), os jogadores das duas equipes permaneceram parados, de braços cruzados logo após o apito inicial em protesto à invasão ao treino do Figueirense no dia anterior. – Foto: Reprodução/ND

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geninho, ao ser questionado na coletiva após a derrota para a Chapecoense, também manifestou seu apoio e solidariedade ao episódio: foi além, pediu identificação e punição aos envolvidos.  – Foto: Reprodução/TV Avaí

Rogério Caboclo, presidente da CBF; entidade emitiu uma nota de repúdio no final da tarde desta segunda-feira (7). O documento fala em nome da Comissão Nacional de Clubes (CNC) e a CBF,  além “dos clubes das séries A, B, C e D do futebol brasileiro, se solidarizam com os atletas e funcionários do Figueirense Futebol Clube, violentamente agredidos em seu local de trabalho”. A nota ainda cita: toda a nossa indignação e repúdio contra os fatos ocorridos no estádio Orlando Scarpelli, no último final de semana, e salientamos que os clubes e a CBF estarão cada vez mais unidos para combater este tipo de ocorrência no futebol” – Foto: Divulgação
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Rogério Caboclo, presidente da CBF; entidade emitiu uma nota de repúdio no final da tarde desta segunda-feira (7). O documento fala em nome da Comissão Nacional de Clubes (CNC) e a CBF,  além “dos clubes das séries A, B, C e D do futebol brasileiro, se solidarizam com os atletas e funcionários do Figueirense Futebol Clube, violentamente agredidos em seu local de trabalho”. A nota ainda cita: toda a nossa indignação e repúdio contra os fatos ocorridos no estádio Orlando Scarpelli, no último final de semana, e salientamos que os clubes e a CBF estarão cada vez mais unidos para combater este tipo de ocorrência no futebol” – Foto: Divulgação

O meia Daniel Alves, por meio de sua conta em uma rede social, também manifestou apoio ao episódio registrado no Figueirense e aproveitou para “cobrar” autoridades e a segurança dos atletas e funcionários que fazem o futebol brasileiro – Foto: SPFC/Divulgação
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O meia Daniel Alves, por meio de sua conta em uma rede social, também manifestou apoio ao episódio registrado no Figueirense e aproveitou para “cobrar” autoridades e a segurança dos atletas e funcionários que fazem o futebol brasileiro – Foto: SPFC/Divulgação

Técnico Vagner Mancini, que comanda o Atlético-GO, antes da bola rolar na partida que terminou empatada com o Grêmio, em Goiânia, falou sobre o episódio registrado no Figueirense: pediu cuidado, solidariedade e alertou para essa violência que se espalha em aeroportos, centros de treinamentos e estádios. Mancini, ainda como jogador, passou pelo Figueirense em 2003. – Foto: Divugalção/ND
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Técnico Vagner Mancini, que comanda o Atlético-GO, antes da bola rolar na partida que terminou empatada com o Grêmio, em Goiânia, falou sobre o episódio registrado no Figueirense: pediu cuidado, solidariedade e alertou para essa violência que se espalha em aeroportos, centros de treinamentos e estádios. Mancini, ainda como jogador, passou pelo Figueirense em 2003. – Foto: Divugalção/ND

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