Fábio Machado

fabio.machado@ndmais.com.br Rotina, contratações e análise dos jogos dos clubes catarinenses. A história do futebol no Estado é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que marcaram Santa Catarina.


Palavras otimistas do técnico Jorginho são desconexas com a dura realidade do Figueirense

Por mais que o treinador Jorginho insista nas suas palavras repetidas desde o ano passado, a realidade do Figueirense mostra um lado mais complicado na briga pela classificação na série C.

Técnico Jorginho. Discursos repetidos e resultados negativos.  – Foto: Patrick Floriani/FFC/NDTécnico Jorginho. Discursos repetidos e resultados negativos.  – Foto: Patrick Floriani/FFC/ND

DISCURSO REPETIDO DO JORGINHO

O treinador Jorginho é um otimista. Na noite da sexta(3), na entrevista coletiva após a derrota do Figueirense para o Ituano pelo placar de 2 x 1 no estádio Orlando Scarpelli, que praticamente eliminou a equipe catarinense do brasileiro da Série C, o técnico Alvinegro disse que “enquanto tiver esperanças, o time tem que seguir em frente”.  E completou “até acabar as chances, vamos correr atrás”. Pela lógica do otimista Jorginho, o Figueirense vai correr o que não correu até agora nessas três últimas partidas que restam para acabar a primeira fase. São José e Botafogo-SP fora de casa e o Criciúma, no Scarpelli. O problema é que essa mensagem de esperança do professor Alvinegro não cola mais. Não engana mais a ninguém. Rigorosamente é o mesmo discurso do rebaixamento no ano passado no brasileiro, das duas eliminações em um mesmo campeonato Catarinense e a saída ainda na primeira rodada da Copa do Brasil. Ou seja, palavras sem sentido, desconexas com a dura realidade do time do estádio Orlando Scarpelli.

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