Drika Evarini

adrieli.evarini@ndmais.com.br Opinião, novidades, contratações e bastidores do esporte joinvilense e muito mais. Apaixonada por futebol, basquete, futsal e tudo que envolve o mundo do esporte, está sempre atenta a tudo que acontece dentro e fora dos campos e das quadras.


A força do elenco do JEC em números: quase metade dos gols vem do banco

Dos 19 gols marcados pelo JEC na Série D, 9 foram anotados por jogadores que saíram do banco de reservas

São 11 que entram em campo, mais uma dezena na reserva e outros tantos que formam o elenco de um time. A força de um time que conquista seus objetivos, em geral, vem de um conjunto forte, de peças que são capazes de entrar, quando necessário, e manter o nível da equipe e, em alguns casos, até mesmo elevá-lo.

Quase metade dos gols do JEC nesta Série D foram marcados por jogadores que saem do banco de reservas – Foto: Vitor Forcellini/JEC/Divulgação/NDQuase metade dos gols do JEC nesta Série D foram marcados por jogadores que saem do banco de reservas – Foto: Vitor Forcellini/JEC/Divulgação/ND

No JEC, o que se vê é exatamente isso. Já falamos aqui da importância de nomes como Thiago Juan, que entra e decide, mas não é só ele. Uma campanha de 16 jogos invicto só pode ser feita por um time, na totalidade da palavra e, um time, envolve mais do que os 11 que entram em campo.

Na Série D, o Tricolor fez, até aqui, 16 jogos, venceu sete, empatou nove e marcou 19 gols que deram os resultados que o trouxeram até as oitavas de final. Deles, 47,3% não vieram dos titulares e sim de um banco qualificado e decisivo. Foram nove, nove vezes que alguém saiu da reserva para balançar a rede adversária e garantir a vida do time rumo ao acesso.

O que isso significa? Que Leandro Zago escala mal? Ao contrário, que Leandro Zago mexe como poucos. O equilíbrio entre a força ofensiva do time titular e dos reservas apontam, essencialmente, três coisas importantíssimas para as pretensões tricolores: o acerto da diretoria nas contratações, a qualidade de todo o elenco, a perspicácia de Zago para fazer as alterações.

Não foi nem uma, nem duas vezes que o treinador foi criticado pelas mudanças, por “demorar” a mexer no time e a resposta vem em campo e há duas provas que não mentem: os números e a campanha.

Metade dos gols vem do banco e isso acontece porque os jogadores são qualificados, porque estão preparados, porque são maduros para entrar e fazer o que precisa ser feito e porque o treinador enxerga o jogo com objetividade e não com a emoção de quem quer “colocar a carroça na frente dos bois”.

E, além dos gols, poderíamos falar das assistências, da intensidade, da postura do time. O JEC de 2021 é um time, inteiro, completo e não faz uma campanha como essa à toa, faz porque todos, todos têm papel fundamental. Os números não mentem.

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