Fábio Machado

fabio.machado@ndmais.com.br Rotina, contratações e análise dos jogos dos clubes catarinenses. A história do futebol no Estado é resgatada com postagens que relembram os títulos e jogadores que marcaram Santa Catarina.


Opinião: “Por que o futebol catarinense fracassou na Copa do Brasil deste ano?”

Já fomos campeões, vice e terceiro colocado na Copa do Brasil. Nesta temporada de 2022, nenhuma das quatro equipes conseguiu chegar na terceira fase. Prejuízo técnico e financeiro.

Copa do Brasil foi uma grande decepção para os times de Santa Catarina – Foto: Figueirense/Divulgação/NDCopa do Brasil foi uma grande decepção para os times de Santa Catarina – Foto: Figueirense/Divulgação/ND

ADEUS, COPA DO BRASIL

Para um estado que já teve um campeão da Copa do Brasil (o Criciúma em 1991) um vice-campeão (o Figueirense em 2007 )e um terceiro colocado (o Avaí em 2011 ), a participação dos quatro catarinenses na competição deste ano foi uma grande decepção. Nenhum time chegou na terceira fase. A Chapecoense foi eliminada pelo Moto Club atuando fora de casa, o Avaí decepcionou na Ressacada diante do Ceilândia, o Figueirense caiu diante do Cuiabá nos pênaltis no estádio Orlando Scarpelli e na quinta, o Criciúma perdeu para o Goiás em Goiânia.

PREJUÍZO TÉCNICO E FINANCEIRO

Além do prejuízo técnico – afinal não temos capacidade de sermos melhores do que o Ceilândia, Moto Club, Cuiabá e Goiás? -, ainda tem o prejuízo financeiro. Com as eliminações da Chapecoense, Figueirense, Avaí e Criciúma na noite da última quinta-feira, no mínimo uns R$ 10 milhões deixaram de entrar no caixa dos nosso clubes.  Copa do Brasil para os times de Santa Catarina? Só no próximo ano.

AS ELIMINAÇÕES

Em cada eliminação de um time Catarinense na Copa do Brasil, características diferentes: No Scarpelli o Figueirense encarou de igual para igual o Cuiabá (um time de série A com bons jogadores etc). No entanto, nas penalidades máximas faltou competência para os batedores. Na Ressacada o Avaí, da série A,  conseguiu a proeza de ser envolvido pelo Ceilândia, um time da série D. A Chapecoense pecou – e muito – no seu esquema defensivo e caiu diante do Moto Club. O Criciúma realizou um bom primeiro tempo diante do Goiás. No entanto, na segunda etapa sentiu a falta de ritmo de jogo e saiu derrotado. A conclusão é a seguinte: o futebol catarinense precisa melhorar e muito. Mesmo que algumas apresentações tenham sido, vamos dizer satisfatórias, a verdade é que nas quatro partidas envolvendo algum time de Santa Catarina o resultado final acabou único: eliminação precoce.

Assista também: O quadro de Esporte do Jornal SC NO AR (NDTV) desta sexta 18.03.2022. Apresentação Márcia Dutra.

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