Sala de troféus: Veja os títulos nacionais dos times de SC

Você lembra todos os títulos nacionais dos clubes de Santa Catarina? O ND+ relembra em imagens as conquistas dos clubes da Capital e do interior do Estado

As últimas temporadas aumentaram a “sala de troféus” do futebol de Santa Catarina. A última equipe a levantar um título foi a Chapecoense, pela Série B.

Além do Verdão do Oeste, o Brusque foi campeão da Série D, em 2019, e o Joinville vencendo a Série B, em 2014.

Assim como destacou a reportagem do ND+, SC é o único estado onde o interior tem mais títulos do que a Capital, sendo 7 contra 1. No entanto, você lembra todos os títulos nacionais de SC?

Confira:

Série C (1998): O Leão da Ilha chegava ao oitavo ano longe da Série B e não vivia bons momentos na década de 90. A Série C daquele ano contava com 65 equipes, dividido em 11 grupos. Até a final, o Leão da Ilha precisou passar por Caxias-RS, Santo André-SP e Brasil de Pelotas-RS – Foto: Divulgação/Avaí FC
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Série C (1998): O Leão da Ilha chegava ao oitavo ano longe da Série B e não vivia bons momentos na década de 90. A Série C daquele ano contava com 65 equipes, dividido em 11 grupos. Até a final, o Leão da Ilha precisou passar por Caxias-RS, Santo André-SP e Brasil de Pelotas-RS – Foto: Divulgação/Avaí FC

A nova fase era disputada em um quadrangular, onde apenas duas equipes se classificavam para a Série B. Na ocasião, o Leão chegou na última rodada dependendo apenas do empate para se garantir. Mesmo perdendo por 1 a 0 para o São Caetano – que subiu naquele ano –  a equipe comandada por Roberto Cavalo se sagrou campeão porque o Itabaiana foi goleado pelo Anapolina e ficou sem o título e a vaga – Foto: Reprodução/Avaí/ND
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A nova fase era disputada em um quadrangular, onde apenas duas equipes se classificavam para a Série B. Na ocasião, o Leão chegou na última rodada dependendo apenas do empate para se garantir. Mesmo perdendo por 1 a 0 para o São Caetano – que subiu naquele ano –  a equipe comandada por Roberto Cavalo se sagrou campeão porque o Itabaiana foi goleado pelo Anapolina e ficou sem o título e a vaga – Foto: Reprodução/Avaí/ND

Copa do Brasil (1991): O título deste campeonato nacional é um dos maiores orgulhos do Carvoeiro. Após ser eliminado nos pênaltis na semifinal do ano anterior, o Tigre repetiu o bom rendimento e chegou na final e, diante do Grêmio, conquistou o título inédito, depois de empatar em 1 a 1, no estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS), e manter o placar zero em SC – Foto: Divulgação/Criciúma/ND
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Copa do Brasil (1991): O título deste campeonato nacional é um dos maiores orgulhos do Carvoeiro. Após ser eliminado nos pênaltis na semifinal do ano anterior, o Tigre repetiu o bom rendimento e chegou na final e, diante do Grêmio, conquistou o título inédito, depois de empatar em 1 a 1, no estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS), e manter o placar zero em SC – Foto: Divulgação/Criciúma/ND

Assim como os dois primeiros vencedores do torneio, a equipe catarinense se sagrou campeã de forma invicta. Um dos grandes nomes daquela equipe foi o treinador Felipão, campeão mundial com a Seleção Brasileira – Foto: Alex Ignácio/Criciúma/ND
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Assim como os dois primeiros vencedores do torneio, a equipe catarinense se sagrou campeã de forma invicta. Um dos grandes nomes daquela equipe foi o treinador Felipão, campeão mundial com a Seleção Brasileira – Foto: Alex Ignácio/Criciúma/ND

Série B (2002): Diferente de como é disputado hoje em dia, a Série B era dividida entre pontos corridos e mata-mata. Na primeira parte, o Tigre terminou como líder e um dos destaques da equipe era o “lendário” Paulo Baier que, na ocasião, jogava de lateral-direito. – Foto: Fernando Ribeiro/Divulgação/ND
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Série B (2002): Diferente de como é disputado hoje em dia, a Série B era dividida entre pontos corridos e mata-mata. Na primeira parte, o Tigre terminou como líder e um dos destaques da equipe era o “lendário” Paulo Baier que, na ocasião, jogava de lateral-direito. – Foto: Fernando Ribeiro/Divulgação/ND

O Tigre eliminou o Remo, Santa Cruz e o Fortaleza na final. Sendo que o primeiro jogo da final acabou em 2 a 0 para os cearenses, mas o Criciúma fez o dever de casa e venceu por 4 a 1 – Foto: Alex Ignácio/Criciúma/ND
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O Tigre eliminou o Remo, Santa Cruz e o Fortaleza na final. Sendo que o primeiro jogo da final acabou em 2 a 0 para os cearenses, mas o Criciúma fez o dever de casa e venceu por 4 a 1 – Foto: Alex Ignácio/Criciúma/ND

Série C (2006): O Criciúma vinha de um Campeonato Catarinense decepcionante. Já no nacional, o Criciúma precisou passar por três fases regionais antes de chegar ao octogonal. Além do longo campeonato, o Tigre passou por três trocas de técnicos: Edson Gaúcho, Gonzaga Milioli e Guilherme Macuglia – Foto: Alex Ignácio/Criciúma/ND
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Série C (2006): O Criciúma vinha de um Campeonato Catarinense decepcionante. Já no nacional, o Criciúma precisou passar por três fases regionais antes de chegar ao octogonal. Além do longo campeonato, o Tigre passou por três trocas de técnicos: Edson Gaúcho, Gonzaga Milioli e Guilherme Macuglia – Foto: Alex Ignácio/Criciúma/ND

Um dos grandes nomes daquele elenco foi o atacante Beto Cachoeira, artilheiro do Tigre com 12 gols, e responsável por dois tentos na goelada do Criciúma diante do Vitória, por 6 a 0, que confirmou o retorno da equipe para a Série B – Foto: Alex Ignácio/Criciúma/ND
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Um dos grandes nomes daquele elenco foi o atacante Beto Cachoeira, artilheiro do Tigre com 12 gols, e responsável por dois tentos na goelada do Criciúma diante do Vitória, por 6 a 0, que confirmou o retorno da equipe para a Série B – Foto: Alex Ignácio/Criciúma/ND

Série C (2011): O ano de 2011 marcou o jejum de uma década sem a torcida do JEC comemorar um grande título. Além disso, o fato marcou o retorno do JEC para a Série B depois de oito anos. Ainda na primeira fase, o Coelho finalizou na 2ª posição, atrás da Chape por apenas um ponto. – Foto: Rogerio da Silva/Arquivo/ND
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Série C (2011): O ano de 2011 marcou o jejum de uma década sem a torcida do JEC comemorar um grande título. Além disso, o fato marcou o retorno do JEC para a Série B depois de oito anos. Ainda na primeira fase, o Coelho finalizou na 2ª posição, atrás da Chape por apenas um ponto. – Foto: Rogerio da Silva/Arquivo/ND

Na segunda fase, o JEC liderou sem perder uma partida. Na final, o primeiro jogo contra o CRB, no estádio Rei Pelé, em Maceió, terminou com vitória por 3 a 1. Já na Arena Joinville, o JEC garantiu o favoritismo e atropelou o CRB por 4 a 0. Entre os destaques, estava o “lendário” atacante Lima – Foto: Divulgação/JEC/ND
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Na segunda fase, o JEC liderou sem perder uma partida. Na final, o primeiro jogo contra o CRB, no estádio Rei Pelé, em Maceió, terminou com vitória por 3 a 1. Já na Arena Joinville, o JEC garantiu o favoritismo e atropelou o CRB por 4 a 0. Entre os destaques, estava o “lendário” atacante Lima – Foto: Divulgação/JEC/ND

Série B (2014): A temporada de 2014 ficou na memória dos torcedores do JEC. Após o vice-campeonato do Catarinense daquele ano, o Coelho fez uma ótima Série B e, desbancando o favorito Vasco da Gama – que terminou com o modesto 3ª lugar – conquistou o seu título mais importante – Foto: Divulgação/FCF/ND
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Série B (2014): A temporada de 2014 ficou na memória dos torcedores do JEC. Após o vice-campeonato do Catarinense daquele ano, o Coelho fez uma ótima Série B e, desbancando o favorito Vasco da Gama – que terminou com o modesto 3ª lugar – conquistou o seu título mais importante – Foto: Divulgação/FCF/ND

Vale ressaltar que o elenco contava com nomes conhecidos como, por exemplo, o zagueiro Bruno Aguiar, ex-Santos, e o atacante Lima – Foto: Divulgação/JEC/ND
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Vale ressaltar que o elenco contava com nomes conhecidos como, por exemplo, o zagueiro Bruno Aguiar, ex-Santos, e o atacante Lima – Foto: Divulgação/JEC/ND

Série D (2019): Desde 2015, quando retornou à elite do Campeonato Catarinense, o Brusque vem em uma grande crescente. Após terminar como líder do Grupo A15, o Brusque passou por Hercílio Luz, Boavista, Juazeirense, Ituano e, finalmente, a final contra o Manaus-AM – Foto: Estadão Conteúdo/ND
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Série D (2019): Desde 2015, quando retornou à elite do Campeonato Catarinense, o Brusque vem em uma grande crescente. Após terminar como líder do Grupo A15, o Brusque passou por Hercílio Luz, Boavista, Juazeirense, Ituano e, finalmente, a final contra o Manaus-AM – Foto: Estadão Conteúdo/ND

Após dois empates em 2 a 2, o título foi decidido nos pênaltis, onde o Brusque venceu por 6 a 5. Na ocasião, o elenco já contava com nomes importantes como, por exemplo, Thiago Alagoano e o atacante Junior Pirambu, que foi o artilheiro do campeonato, com 10 gols – Foto: Divulgação/CBF/ND
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Após dois empates em 2 a 2, o título foi decidido nos pênaltis, onde o Brusque venceu por 6 a 5. Na ocasião, o elenco já contava com nomes importantes como, por exemplo, Thiago Alagoano e o atacante Junior Pirambu, que foi o artilheiro do campeonato, com 10 gols – Foto: Divulgação/CBF/ND

Série B (2020): O mais recente de todos é o título da Série B da Chapecoense. Com um modesto investimento, o Verdão do Oeste, mais uma vez, foi histórico. Com a melhor defesa da competição, onde levou apenas 21 gols, a Chape decidiu o campeonato após um pênalti aos 52 do segundo tempo, convertido por Anselmo Ramon. – Foto: Estadão Conteúdo/ND
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Série B (2020): O mais recente de todos é o título da Série B da Chapecoense. Com um modesto investimento, o Verdão do Oeste, mais uma vez, foi histórico. Com a melhor defesa da competição, onde levou apenas 21 gols, a Chape decidiu o campeonato após um pênalti aos 52 do segundo tempo, convertido por Anselmo Ramon. – Foto: Estadão Conteúdo/ND

Com a mesma pontuação do América-MG, a Chapecoense ficou com o título por conta do salgo de gols, sendo 21 contra 20 do Coelho – Foto: Divulgação/CBF/ND
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Com a mesma pontuação do América-MG, a Chapecoense ficou com o título por conta do salgo de gols, sendo 21 contra 20 do Coelho – Foto: Divulgação/CBF/ND

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