Figueirense é o favorito para decisão

Alvinegro tem melhores opções e está vivendo um momento bom, além das vantagens que possui

Lamentável
Leitor Nalcir Luis Silva enviou por e-mail com o seguinte depoimento: “Lamentável a operação abafa de boa parte da imprensa quanto à violência em Criciúma, diga-se, inclusive, que em muitos casos contra veículos com placas da região da Grande Florianópolis que não tinham qualquer relação com o jogo. Em Joinville, o principal problema é justamente a polícia, que muitas vezes não apenas se omite mas, inclusive, incentiva como pude constatar desde um jogo na década de 80 entre Joinville e Marcílio Dias, assim como ocorreu quando o Figueirense cumpriu lá a perda de mandos de campo no primeiro acesso à Série A na era dos pontos corridos e no último jogo contra o Figueirense naquela cidade. São pessoas incentivadas pela polícia a agredir as torcidas visitantes. O maior perigo por lá é a própria polícia”. Cada um que faça a sua reflexão.

Pé d’água
Duas decisões que eu não esqueço dentro do Scarpelli, pelo banho que tomei. Choveu, mas choveu muito, em 1983 contra o JEC, na decisão do estadual, e em 1987, na final da 2ª Divisão contra o Blumenau. Em ambos, os adversários foram os campeões.

Somente inteiro
Entendo que não há uma necessidade premente de escalar o Marcos Assunção, o que pode agravar a situação física do atleta. Poupa e o coloca na grande decisão, domingo, dia 13.

Casa cheia
Do lado do JEC, todos os ingressos vendidos. Não é novidade dizer que a Arena vai lotar. Se tem uma torcida que não se desgarra do time, essa é a do Joinville. Se parecem com corintianos, em termos presenciais. Do lado alvinegro, 1.800 ingressos.

O jogo
Não há uma grande diferença entre um time e outro, mas o Figueirense tem melhores opções e está vivendo um momento bom, além das vantagens que possui. Só perderá o título se falhar de forma grave nas duas partidas. O JEC tem um bom goleiro (Ivan), um zagueiro experiente (Bruno Aguiar), um bom camisa 10 (Marcelo Costa) e um ataque que incomoda, com Jael e Edgar Junio. Ainda assim, eu sou mais o Alvinegro.

Escolha
Se o Assunção não jogar mesmo, Vinícius pensa em duas opções: Nem ou Luan. O primeiro é mais experiente, porém mais afoito. Sabe aquele atleta em que você espera tudo? Nem. Ou acaba com o jogo pelo lado bom ou acaba pelo lado ruim. Um perigo. O Luan me parece mais equilibrado e ainda útil, porque joga no mesmo nível na lateral.

Pressão
O pessoal da TV a cabo, certamente pela pressão que recebeu, e das ações que estão sendo movidas pelos torcedores que se sentiram lesados, informa que os dois jogos finais do Avaí, pelo hexagonal da morte, contra Marcílio Dias e Chapecoense, terão televisionamento. Agora é tarde.

História 1
Estava atrás do gol nas duas decisões da década de 80, entre Figueirense e Joinville. Duas decisões dentro de casa e o Alvinegro terminou como vice-campeão. O time do JEC dentro de campo era muito bom e melhor, enquanto fora de campo a “equipe” era de igual valor, com o presidente Waldomiro Schultzer e o presidente da FCF, José Elias Giulliari. Não acredita? Pergunta para quem jogou.

História 2
Em 1983 e 84, o JEC tinha um timaço com Walter, Adilson, Léo, Jacenir, Paulinho Cascavel, Maringá, Palmito e tantos outros sob o comando do maestro Nardela, um dos grandes craques que eu vi jogar ao vivo. O Figueirense tinha um time bom sob o comando do craque e reizinho Balduíno. As duas decisões aconteceram no Scarpelli e o título escapou entre os dedos.

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