O clássico da pressão

Avaí e Figueirense entram no clássico sem favoritismo. Um jogo que não vale nada para o campeonato, mas muito para o torcedor

Avaí e Figueirense fazem hoje na Ressacada um clássico que foge das previsões de início de temporada. O Figueira, time que prometia ser um candidato ao título, decepcionou muito com a pobreza do seu futebol. Enfrentará um Leão que faz campanha melhor que o rival, com um investimento bem menor e jovens jogadores que deixam de lado os problemas extracampo para buscar os resultados.

É perigoso definir um favorito para um jogo como esse, que não vale absolutamente nada para o campeonato, mas que tem um peso enorme para a torcida, que quer zoar o adversário até o próximo encontro no returno. Mas há de se admitir que o Avaí entra em campo com uma motivação maior pelo fato de finalmente estrear em casa contra um adversário fragilizado e que não terá mais em campo o jogador que fazia a diferença em campo. Além disso, terá jovens que jogarão um clássico pela primeira vez na vida e loucos para mostrar serviço.

A ida de Clayton para o Atlético-MG criou mais um problema para Vinicius Eutrópio, ainda que as possíveis chegadas de Rafael Moura, Dodô e Ygor já soem como boas notícias visando o segundo turno e o campeonato brasileiro. Mas antes disso há um clássico e a obrigação de vencê-lo para ganhar alguns dias de tranquilidade. Ainda sem contar com Carlos Alberto, o alvinegro não mostrará nenhuma grande novidade no seu problemático meio-campo. São as vertentes de um jogo que não promete ser bonito, mas vai garantir muita disputa para que o vencedor possa dar uma satisfação à sua torcida.

Gratificação para todos

A Chapecoense tomou no início dessa semana uma pequena atitude que mostra muito da organização do clube, que lidera o Estadual e vai para o terceiro ano na Série A do Brasileirão. Em um café da manhã com os colaboradores, o presidente Sandro Pallaoro distribuiu a todos um 14o. salário a título de gratificação pela permanência do Verdão na primeira divisão nacional. Estruturado, com dinheiro em caixa e um elenco forte, o time do oeste está dando aula nos seus rivais do Estado.

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