Os caminhos da Série C e a necessidade dos três pontos

Jogar a terceira divisão do campeonato nacional é muito complicado. Campos esburacados, estádios acanhados, muitas vezes sem condições ideais de jogo, e na maioria deles, localizado em cidades distantes. É o caso de Tombos-MG.

Para chegar até aqui, saí às 6h do aeroporto de Joinville com destino ao Rio de Janeiro. De lá, só de carro ou ônibus. São 350 quilômetros de serra, curvas e uma estrada muito perigosa. Perde-se muito tempo porque tem de atravessar no meio de pequenas cidades, onde a continuação da BR é, muitas vezes, a avenida principal.

A ideia era pernoitar em Tombos-MG, mas o único hotel da cidade é disponibilizado para a o time da Tombense.

Ficamos então em Porciúncula, cidade carioca que faz divisa com Tombos. Coisa de sete quilômetros de distância. Basta atravessar uma ponte que estamos em Tombos, cidade de 10 mil habitantes.

Porciúncula, tem aproximadamente 15 mil habitantes, muito pacata e com aspecto de interior mesmo. Ontem, quando cheguei tinha a tradicional missa e aquela festa aos arredores da igreja.

A viagem é desgastante sim, ainda mais para um atleta profissional que depende do corpo, mas isso precisa ser superado já que o Joinville precisa recuperar três pontos.

Fabinho não relacionou Gustavo, Bruno Rodrigues e Tinga (com dores no tornozelo).

Deve mesmo colocar em campo uma dupla de zaga com Danrlei e Alisson, mexendo também no meio de campo com a volta de Lúcio Flávio e Breno na segunda linha ofensiva. Fernandinho pode voltar a lateral-esquerda, deslocando Alex Ruan para segunda linha. São as variações que tem nas mãos Fabinho Santos.

O JEC precisa, daqui a pouco, primeiramente jogar com mais vontade, mas garra e pegada, coisa que faltou contra o Botafogo-SP.

É o chamado jogo de seis pontos. Com quatro deles na tabela de classificação, o time mineiro quer fazer o resultado. Se isso ocorrer, empurra o JEC ainda mais para baixo. Já o Tricolor, tem cinco pontos. Vencendo, vai a oito e volta a namorar com G-4. O certo é que o Coelho precisa, no mínimo, levar algum pontinho para a maior cidade de Santa Catarina. Outra coisa fora disso, a luz amarela começa a ficar mais forte.

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