Conteúdo por Gazeta Esportiva

Santos entende risco, mas aposta em “humanidade” de redução salarial

O Santos sabia do risco de sofrer ações na Justiça do Trabalho após reduzir o salário de jogadores e parte dos funcionários em 70%, mas tomou a decisão mesmo assim. E acredita em possível vantagem nos tribunais pela forma como foi conduzido o caso.

O Peixe não teve dinheiro para pagar toda a folha salarial (nem metade dela) e optou por transferir o dinheiro para os mais “vulneráveis” – salário abaixo de R$ 6,1 mil, o teto previdenciário.

O Alvinegro lamenta a crise financeira e destaca o apoio a quem ganha menos e a manutenção de todos os empregados, sem qualquer demissão durante a paralisação no futebol causada pela pandemia do novo coronavírus.

A diretoria recebeu nas últimas horas algumas mensagens e e-mail de agradecimento, de diversos departamentos, de quem recebeu 100%. Vários estavam apreensivos.

Santos cortou 70% do salário dos jogadores (Foto: Divulgação/Santos)

Nos bastidores, o Santos admite que poderia ter contornado melhor a situação com o elenco e ter tido melhor comunicação, mas lamenta a falta de compreensão dos jogadores.

Os atletas, em contrapartida, estão furiosos. O corte de 70% após sinalização de 30% é visto como abrupto e desproporcional, mesmo com metade dos valores devolvidos até a rescisão contratual.

O Santos, por meio de nota oficial, disse que a negociação com o elenco ainda não acabou, mas o papo deve ser pior agora, após o pagamento de 30% sem acordo e com aviso via e-mail.

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