Bizarro! Confira os animais mais estranhos já encontrados em SC

Uma medusa gigante foi recentemente avistada em Florianópolis. Da espécie Drymonema gorgo, foi vista na Ilha do Campeche na última sexta-feira (14). A espécie é considerada a maior da costa brasileira, medindo cerca de um metro de diâmetro. Uma água-viva Olindias sambaquiensis, muito comum no Brasil, por exemplo, pode chegar no máximo a 12 centímetros. - Eduardo Rocha Fritzen/Divulgação

Uma medusa gigante foi recentemente avistada em Florianópolis. Da espécie Drymonema gorgo, foi vista na Ilha do Campeche na última sexta-feira (14). A espécie é considerada a maior da costa brasileira, medindo cerca de um metro de diâmetro. Uma água-viva Olindias sambaquiensis, muito comum no Brasil, por exemplo, pode chegar no máximo a 12 centímetros. - Eduardo Rocha Fritzen/Divulgação

O réptil foi encontrado no quintal de uma casa no bairro Saco dos Limões em abril de 2017. O lagarto chamado de cobra-de-pernas-tridáctila media cerca de 30 centímetros e tinha aparência bastante semelhante à de uma serpente. A cobra foi capturada pelo Corpo de Bombeiros e levada para uma área de reserva. - Corpo de Bombeiros/Divulgação

O réptil foi encontrado no quintal de uma casa no bairro Saco dos Limões em abril de 2017. O lagarto chamado de cobra-de-pernas-tridáctila media cerca de 30 centímetros e tinha aparência bastante semelhante à de uma serpente. A cobra foi capturada pelo Corpo de Bombeiros e levada para uma área de reserva. - Corpo de Bombeiros/Divulgação

Um petrel-gigante-do-Norte foi encontrado na praia de Jurerê Internacional, no Norte da Ilha. A ave oceânica foi reabilitada pela equipe da ONG R3 Animal outubro do ano passado após três semanas. A espécie é rara e geralmente encontrada no hemisfério sul. - Nilson Coelho/R3 Animal

Um petrel-gigante-do-Norte foi encontrado na praia de Jurerê Internacional, no Norte da Ilha. A ave oceânica foi reabilitada pela equipe da ONG R3 Animal outubro do ano passado após três semanas. A espécie é rara e geralmente encontrada no hemisfério sul. - Nilson Coelho/R3 Animal

As aves Guarás reapareceram em Florianópolis após mais de 200 anos. Desde 1773 que a espécie não aparecia na Capital Catarinense. Elas foram vistas em novembro do ano passado próximas ao Manguezal do Itacorubi, no Saco dos Limões, Daniela, Estação Ecológica de Carijós e na Reserva do Pirajubaé. - Fernando Farias/Divulgação

As aves Guarás reapareceram em Florianópolis após mais de 200 anos. Desde 1773 que a espécie não aparecia na Capital Catarinense. Elas foram vistas em novembro do ano passado próximas ao Manguezal do Itacorubi, no Saco dos Limões, Daniela, Estação Ecológica de Carijós e na Reserva do Pirajubaé. - Fernando Farias/Divulgação

Uma baleia rara foi encontrada morta numa praia na Guarda do Embaú. A fêmea adulta de 6,2 metros foi encontrada durante o monitoramento de praias pela equipe do Instituto Australis na última quinta-feira (13). - Instituto Australis/Divulgação

Uma baleia rara foi encontrada morta numa praia na Guarda do Embaú. A fêmea adulta de 6,2 metros foi encontrada durante o monitoramento de praias pela equipe do Instituto Australis na última quinta-feira (13). - Instituto Australis/Divulgação

Um filhote da espécie Isurus oxyrinchus foi encontrado morto na praia da Barra da Ibiraquera, em Imbituba, em janeiro deste ano. Com 86 centímetros, o animal foi resgatado e levado ao Laboratório de Zoologia da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina). - Reprodução/Imbituba SC/Facebook

Um filhote da espécie Isurus oxyrinchus foi encontrado morto na praia da Barra da Ibiraquera, em Imbituba, em janeiro deste ano. Com 86 centímetros, o animal foi resgatado e levado ao Laboratório de Zoologia da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina). - Reprodução/Imbituba SC/Facebook

Encontrada no interior de Iporã do Oeste, a lagarta cachorrinho é venenosa. Pertence à família megalopyge albicollis, ela tem um corpo coberto por pelos na fase larval, antes de virar uma borboleta. - Agostinho Jantsch/Arquivo pessoal

Encontrada no interior de Iporã do Oeste, a lagarta cachorrinho é venenosa. Pertence à família megalopyge albicollis, ela tem um corpo coberto por pelos na fase larval, antes de virar uma borboleta. - Agostinho Jantsch/Arquivo pessoal

Um tubarão-martelo fêmea, grávida de 23 filhotes, foi encontrada morta na Praia da Sepultura, em Bombinhas em outubro do ano passado. O tubarão media aproximadamente três metros e pesava 211 kg. - FAMAB/Divulgação

Um tubarão-martelo fêmea, grávida de 23 filhotes, foi encontrada morta na Praia da Sepultura, em Bombinhas em outubro do ano passado. O tubarão media aproximadamente três metros e pesava 211 kg. - FAMAB/Divulgação

Um filhote de toninha, espécie de golfinho mais ameaçada de todo Atlântico Sul Ocidental, foi resgatado em novembro de 2019, na Praia Grande, em São Francisco do Sul, no Norte de SC. Depois de ser encaminhado para reabilitação, o mamífero não resistiu e morreu na madrugada do dia seguinte. - Divulgação/ND

Um filhote de toninha, espécie de golfinho mais ameaçada de todo Atlântico Sul Ocidental, foi resgatado em novembro de 2019, na Praia Grande, em São Francisco do Sul, no Norte de SC. Depois de ser encaminhado para reabilitação, o mamífero não resistiu e morreu na madrugada do dia seguinte. - Divulgação/ND

Uma nova espécie de lagostim foi descoberta na área da Fazenda Experimental da Ressacada, que pertence à UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). O local onde o animal habita fica no bairro Tapera, no Sul da Ilha. De acordo com a UFSC, esses animais são muito frágeis e normalmente não sobrevivem à interação em áreas muito utilizadas por humanos. - UFSC/Divulgação

Uma nova espécie de lagostim foi descoberta na área da Fazenda Experimental da Ressacada, que pertence à UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). O local onde o animal habita fica no bairro Tapera, no Sul da Ilha. De acordo com a UFSC, esses animais são muito frágeis e normalmente não sobrevivem à interação em áreas muito utilizadas por humanos. - UFSC/Divulgação

Um gato-maracajá, animal ameaçado de extinção, foi encontrado em um galinheiro em agosto de 2019 em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina. O gato-maracajá é um animal de hábitos solitários e predominantemente noturnos. Ele se alimenta de pequenos mamíferos, como roedores e marsupiais, e também de aves e lagartos. - Fujama/Divulgação

Um gato-maracajá, animal ameaçado de extinção, foi encontrado em um galinheiro em agosto de 2019 em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina. O gato-maracajá é um animal de hábitos solitários e predominantemente noturnos. Ele se alimenta de pequenos mamíferos, como roedores e marsupiais, e também de aves e lagartos. - Fujama/Divulgação

Imagens bizarras registradas em uma calçada de Florianópolis, em Santa Catarina, chocaram a internet ao mostrar dezenas de minhocas pretas se aglomerando, uma massa aterrorizante que foi apelidada de "monstro". - Portal R7/Reprodução

Imagens bizarras registradas em uma calçada de Florianópolis, em Santa Catarina, chocaram a internet ao mostrar dezenas de minhocas pretas se aglomerando, uma massa aterrorizante que foi apelidada de "monstro". - Portal R7/Reprodução

Um enorme peixe apareceu na praia de Itapoá em 2014. O peixe-lua, maior espécie de peixe ósseo conhecido no mundo. O animal tinha cerca de um metro e meio e pesava mais de 150 quilos, mas a espécie pode chegar a três metros e pesar 2.300 quilos. - Corpo de Bombeiros/Divulgação

Um enorme peixe apareceu na praia de Itapoá em 2014. O peixe-lua, maior espécie de peixe ósseo conhecido no mundo. O animal tinha cerca de um metro e meio e pesava mais de 150 quilos, mas a espécie pode chegar a três metros e pesar 2.300 quilos. - Corpo de Bombeiros/Divulgação

O papagaio africano, natural do Congo, foi encontrado em 2011 por um morador de Joinville. A ave foi levada para o Parque Zoobotânico de Joinville onde aguardava a chegada de dono. O Psittacus erithacus é avaliado em R$ 12 mil. - Carlos Júnior/Divulgação

O papagaio africano, natural do Congo, foi encontrado em 2011 por um morador de Joinville. A ave foi levada para o Parque Zoobotânico de Joinville onde aguardava a chegada de dono. O Psittacus erithacus é avaliado em R$ 12 mil. - Carlos Júnior/Divulgação

Um leão-marinho-sul-americano foi visto tomando banho de sol na Praia das Palmeiras, região continental de Florianópolis, em 2016. O animal subiu em uma das pedras do local conhecido como “laje da pescadinha” e atraiu os olhares dos curiosos. - Flávio Tin/ND

Um leão-marinho-sul-americano foi visto tomando banho de sol na Praia das Palmeiras, região continental de Florianópolis, em 2016. O animal subiu em uma das pedras do local conhecido como “laje da pescadinha” e atraiu os olhares dos curiosos. - Flávio Tin/ND

Fato inédito no Brasil, o nascimento de três filhotes de tigres brancos aconteceu em janeiro de 2019. Foi em SC que aconteceu a primeira reprodução em cativeiro desta espécie. - Reprodução/NDTV

Fato inédito no Brasil, o nascimento de três filhotes de tigres brancos aconteceu em janeiro de 2019. Foi em SC que aconteceu a primeira reprodução em cativeiro desta espécie. - Reprodução/NDTV

Ameaçado de extinção, um exemplar de mero gigante foi encontrado na Beira-mar Norte em 2012. O peixe gigante do Atlântico tem sua pesca proibida. A estimativa é que o animal tivesse 2,5 metros e 400 kg. - Rosane Lima/ND

Ameaçado de extinção, um exemplar de mero gigante foi encontrado na Beira-mar Norte em 2012. O peixe gigante do Atlântico tem sua pesca proibida. A estimativa é que o animal tivesse 2,5 metros e 400 kg. - Rosane Lima/ND

Mamífero mais raro do planeta, o preá-de-moleques-do-sul é encontrado apenas em Santa Catarina. Os preás possuem corpo robusto, orelha curta e sem cauda. Os preás-de-moleques-do-sul, com nome científico de Cavia intermedia, diferenciam-se pelas medidas do crânio, uma calosidade bem particular nas patas traseiras e é a única do gênero com número de cromossomos diferente. - Divulgação/ND

Mamífero mais raro do planeta, o preá-de-moleques-do-sul é encontrado apenas em Santa Catarina. Os preás possuem corpo robusto, orelha curta e sem cauda. Os preás-de-moleques-do-sul, com nome científico de Cavia intermedia, diferenciam-se pelas medidas do crânio, uma calosidade bem particular nas patas traseiras e é a única do gênero com número de cromossomos diferente. - Divulgação/ND

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