Caso Cátia Regina: O que já se sabe sobre o assassinato da empresária de São Francisco do Sul

Cátia desapareceu no dia 24 de julho, quando voltava de Joinville. Segundo a família, o último contato aconteceu por volta das 22h40. A empresária informou que "chegaria em casa em vinte minutos". Foi encontrada no dia seguinte, já sem vida, em um rio na cidade de Araquari - Facebook

Durante as buscas, o carro de Cátia foi encontrado carbonizado no Morro da Palha, em São Francisco do Sul. Pegadas de um sapato diferente ao que a empresária usava no dia também foram encontradas. - Polícia Civil

No fim do dia 25 de julho, o corpo da empresária foi encontrado em um rio, no município de Araquari. O corpo apresentava um tiro na cabeça e os braços amarrados nas costas. Suspeitas que se tratava de uma execução foram levantadas pela polícia. - Divulgação/ND

Primeiramente, o crime foi tratado como latrocínio, hipótese descartada pela polícia durante as investigações. Depois que novas testemunhas foram ouvidas, indícios de que a morte foi motivada por uma guerra comercial ficaram mais evidentes. - Redes Sociais

Meses antes do assassinato, Cátia já havia postado nas redes sociais que estava sofrendo ameaças a respeito do negócio que tinha em São Francisco do Sul. "Tão querendo me derrubar" - /ND

Comoção e revolta marcaram o velório de Cátia no dia 26 de julho. Na cerimônia, o marido da empresária afirmou que a esposa estava recebendo ameaças a respeito da legalidade do comércio. - Adriano Mendes / RICTV Joinville

Uma semana depois do crime, a Polícia Civil prendeu uma mulher suspeita de envolvimento na morte da empresária. Magali dos Santos é dona de uma loja de roupas em São Francisco do Sul, onde foi detida. Além dela, o marido também é suspeito de assassinar Cátia. Ela foi encaminhada ao Presídio de Joinville, onde segue presa. - RICTV Record/ND

Na casa de Magali foi localizada uma arma. O marido da suspeita, é acusado de ter disparado contra Cátia. Ele fugiu do local no momento da chegada da Polícia. O revólver foi encaminhado para a perícia que determinará se o disparo que atingiu a empresária é compatível. - RICTV RECORD/ND

Apontado como autor do disparo que matou a empresária Cátia Regina da Silva, o comerciante Fabricio Woche usou seu perfil no Facebook para se defender. Ele chegou a afirmar que se apresentaria a polícia, mas apagou a postagem momentos após a publicação. - Redes Sociais

Fabrício segue foragido. Segundo o delegado Rafaello Ross, responsável pelo caso, novas testemunhas estão sendo ouvidas para confirmar se as roupas compradas por Cátia durante a viagem, são as mesmas que estão sendo revendidas na loja dos principais suspeitos pelo crime. - Redes Sociais

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