Do racismo na família à glória no remo: conheça a história da campeã dos Jasc em 2019

Diante do maior cartão postal de Santa Catarina, a ponte Hercílio Luz, Adriana Vilela começou sua trajetória no remo, aos 19 anos - Foto Flavio Tin/ND

Diante do maior cartão postal de Santa Catarina, a ponte Hercílio Luz, Adriana Vilela começou sua trajetória no remo, aos 19 anos - Foto Flavio Tin/ND

Aos 44 anos, ela se sagrou campeã dos Jogos Abertos de Santa Catarina, nesse mês. - Foto Flavio Tin/ND

Aos 44 anos, ela se sagrou campeã dos Jogos Abertos de Santa Catarina, nesse mês. - Foto Flavio Tin/ND

O treino diário começa às 5h da manhã. A remadora é também educadora infantil e mão de duas meninas, a Beatriz e a Laura - Foto Flavio Tin/ND

O treino diário começa às 5h da manhã. A remadora é também educadora infantil e mão de duas meninas, a Beatriz e a Laura - Foto Flavio Tin/ND

Sua relação com o Parque Náutico Walter Lange vem desde a infância, quando acompanhava o pai, também remador. Na sua trajetória passou pelos Clubes Naúticos Riachuelo e Francisco Martinelli - Foto Flavio Tin/ND

Sua relação com o Parque Náutico Walter Lange vem desde a infância, quando acompanhava o pai, também remador. Na sua trajetória passou pelos Clubes Naúticos Riachuelo e Francisco Martinelli - Foto Flavio Tin/ND

O Parque Naútico comporta os clubes Francisco Martinelli, Aldo Luz e Riachuelo. A região fica na entrada da Ilha de Santa Catarina, próximo as pontes Colombo Salles e Pedro Ivo - Foto Flavio Tin/ND

O Parque Naútico comporta os clubes Francisco Martinelli, Aldo Luz e Riachuelo. A região fica na entrada da Ilha de Santa Catarina, próximo as pontes Colombo Salles e Pedro Ivo - Foto Flavio Tin/ND

Para ela, o remo é muito mais que um hobbie. Já é um esporte que faz parte de toda a sua família - Foto Flavio Tin/ND

Para ela, o remo é muito mais que um hobbie. Já é um esporte que faz parte de toda a sua família - Foto Flavio Tin/ND

“É difícil contar a minha história e não contar a história do meu pai”, conta. O pai, Antônio Luiz Vilela, foi o primeiro da família a entrar no remo - Arquivo Pessoal/Divulgação/ND

“É difícil contar a minha história e não contar a história do meu pai”, conta. O pai, Antônio Luiz Vilela, foi o primeiro da família a entrar no remo - Arquivo Pessoal/Divulgação/ND

Em 1966, o então rapaz, com seus 18 anos, teve que enfrentar o racismo presente no esporte. Antônio chegou a ser barrado em clubes e ouvir remadores se negarem a competir com ele. O motivo: Antônio era negro em um esporte amplamente elitista, na época. Ele foi o primeiro homem negro a praticar o remo em Florianópolis - Arquivo pessoal/ND

Em 1966, o então rapaz, com seus 18 anos, teve que enfrentar o racismo presente no esporte. Antônio chegou a ser barrado em clubes e ouvir remadores se negarem a competir com ele. O motivo: Antônio era negro em um esporte amplamente elitista, na época. Ele foi o primeiro homem negro a praticar o remo em Florianópolis - Arquivo pessoal/ND

Filha de remador, ela passou à diante o talento com os remos para a filha de 13 anos - Foto Flavio Tin/ND

Filha de remador, ela passou à diante o talento com os remos para a filha de 13 anos - Foto Flavio Tin/ND

O esporte acabou fazendo da família. Na foto, três gerações de remadores. Da esq. à dir: a filha de Antônio, Adriana, a neta Beatriz, Antônio, a neta Rayssa, e o filho Hudson. - Arquivo Pessoal/Divulgação/ND

O esporte acabou fazendo da família. Na foto, três gerações de remadores. Da esq. à dir: a filha de Antônio, Adriana, a neta Beatriz, Antônio, a neta Rayssa, e o filho Hudson. - Arquivo Pessoal/Divulgação/ND

O cenário para os treinos da atleta é composto pelas pontes que ligam a ilha ao continente em Florianópolis - Flávio Tin/ND

O cenário para os treinos da atleta é composto pelas pontes que ligam a ilha ao continente em Florianópolis - Flávio Tin/ND

Durante o período da tarde, por volta das 14h, Adriana volta para as àguas - Foto Flavio Tin/ND

Durante o período da tarde, por volta das 14h, Adriana volta para as àguas - Foto Flavio Tin/ND

As remadores que participaram desta edição do Jasc. Neste ano, o remo feminino alcançou o número mínimo de municípios participantes e deve, no próximo ano, passar a computar pontos - Arquivo Pessoal/Divulgação/ND

As remadores que participaram desta edição do Jasc. Neste ano, o remo feminino alcançou o número mínimo de municípios participantes e deve, no próximo ano, passar a computar pontos - Arquivo Pessoal/Divulgação/ND

Com a expansão do esporte através de projetos sociais, Adriana está ansiosa para ver a próxima geração de remadores - Foto Flavio Tin/ND

Com a expansão do esporte através de projetos sociais, Adriana está ansiosa para ver a próxima geração de remadores - Foto Flavio Tin/ND

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