Fotos: Carros inusitados marcam 7ª Corrida Maluca em Biguaçu

Na Corrida Maluca, tudo vira meio de transporte. Neste modelo, as churrasqueiras foram personalizadas e entraram na pista. - Mônica Andrade/ND

Rolimã taxista: Marco Marcolino Cardoso construiu seu carro sozinho, usando as habilidades de serralheiro. Piloto estreante, equipou o veículo com buzina e até fumaça colorida. - Mônica Andrade/ND

O piloto de aviões comerciais Edson Henrique Drehmer trocou as aeronaves por uma caixa d'água. A invenção levou apenas um dia para ser construída e chamou a atenção de quem passava pelo local. - Mônica Andrade/ND

E por que não descer a ladeira pilotando uma caixa de cerveja? A ideia inusitada deu certo e também animou o público. - Mônica Andrade/ND

A preguiça para sair da cama na manhã de inverno não foi desculpa nesta 7ª edição. Com um empurrãozinho, o "rolimã-cama" desceu a ladeira e concluiu a prova com sucesso. - Mônica Andrade/ND

Um dos mais aguardados no evento, o "caminhão" da Comcap desceu sem imprevistos e ganhou aplausos da plateia. A réplica ficará exposta no Museu do Lixo da Comcap, em Florianópolis. - Mônica Andrade/ND

E que tal descer de esteira? André José Ferreira é construtor de equipamentos para ginástica e, unindo conhecimento com a criatividade, criou o inusitado veículo. - Mônica Andrade/ND

Levando cinco pessoas, o carrinho de madeira também estreou com sucesso na 7ª edição. O trabalho de construção demorou uma semana, mas a descida compensou o esforço. - Mônica Andrade/ND

Além da descida em alta velocidade, pilotos mais habilidosos conseguem fazer manobras no final da pista. A derrapagem dos carrinhos é autorizada e também faz parte do espetáculo. - Mônica Andrade/ND

Construído em cima de um cortador de grama, o carro mais delicado da 7ª edição foi ideia das amigas Carla Vitorino e Geli Coelho. Construído pelo pai de Geli, o carrinho participa pelo 4º ano, sempre com uma decoração diferente. - Mônica Andrade/ND

Com uso de freio e capacete, qualquer "veículo" pode descer a rua Arnaldo Bunn, até mesmo uma paleteira! - Mônica Andrade/ND

Quem já correu de rolimã sabe que tombos são inevitáveis. Além do capacete obrigatório, itens de segurança como joelheiras e cotoveleiras também são bem vindos. - Mônica Andrade/ND

A versão clássica do rolimã perdeu três rodas no final da ladeira. Apesar do susto, os danos foram apenas materiais. - Mônica Andrade/ND

Bruno, Tiago, Ricardo e Fernando participam há quatro anos do evento, mudando apenas a cor do carrinho. A construção é artesanal e conta com o empenho de todos os integrantes. - Mônica Andrade/ND

Percursor do evento, Jean de Medeiros usou um jet ski para a descida. Ele e o co-piloto correm desde a primeira edição, iniciada como uma brincadeira com carrinhos de rolimã. - Mônica Andrade/ND

Com um carrinho de supermercado e outras sucatas achadas no lixo, o gari Denis Robson Klein construiu sozinho seu carrinho personalizado. - Mônica Andrade/ND

Usando um carrinho de mão, Denis ainda fez um veículo para os filhos, que acompanharam o pai na descida. - Mônica Andrade/ND

Encerrando a galeria, o carrinho de rolimã "raiz". Além de ter a renda revertida para o Lar do Idoso Osvaldo Alípio da Silva, a Corrida Maluca revive a alegria de crianças - e adultos - em uma das brincadeiras mais divertidas da infância. - Mônica Andrade/ND

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