Entenda por que a draga de Balneário Camboriú não abasteceu em portos de SC

Equipamento foi até Paranaguá, no Paraná, para abastecer, antes de voltar para concluir as obras de alargamento da praia até o Pontal Norte

A draga Galileo Galilei já mudou a paisagem de um terço da Praia Central de Balneário Camboriú e, na quinta-feira (23), deve voltar para a cidade para concluir o restante do alargamento da faixa de areia. Desde a última semana, o equipamento está no Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná.

Entenda por que a draga de Balneário Camboriú não pode abastecer em portos – Foto: Prefeitura de Balneário Camboriú/DivulgaçãoEntenda por que a draga de Balneário Camboriú não pode abastecer em portos – Foto: Prefeitura de Balneário Camboriú/Divulgação

No Paraná, a draga deve abastecer com combustível suficiente para concluir a obra de alargamento, que começa agora no meio da praia em direção ao Pontal Norte.

Em Balneário Camboriú, a draga estava a poucos quilômetros de um dos maiores complexos portuários do Brasil, o complexo de Itajaí e Navegantes.

No entanto, segundo a prefeitura de Itajaí, o combustível usado pela draga, o VLSFO (Very Low Sulfur Fuel Oil, ou óleo combustível com baixo enxofre), só está disponível no porto paranaense. Esse tipo de combustível é menos poluente.

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Porto de Itajaí

O Porto de Itajaí não oferta esse serviço, assim como outros portos catarinenses. Marinas, como a de Itajaí, costumam abastecer as embarcações apenas com diesel marítimo, tanto para embarcações de lazer como para as de pesca. Para cada tipo de embarcação existe uma configuração de diesel marítimo.

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