Escola improvisada em galpão na Grande Florianópolis funcionará em novo local

Mudança será em caráter emergencial. Pais se reuniram em frente à Prefeitura de Santo Amaro da Imperatriz para manifestar quanto às condições de infraestrutura da escola

Parte dos alunos da Escola Municipal Lourdes Garcia, em Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis, serão remanejados para um novo espaço na cidade. Atualmente, os estudantes do 5º ao 9º ano estudam em caráter emergencial na Escola Básica Municipal Professora Judite Adelina Schurhaus – distante cerca de 2 Km -, após serem retirados de um galpão improvisado para as aulas.

Manifestação de pais e alunos da Escola Municipal Lourdes GarciaPais foram à Prefeitura buscar por respostas quanto ao novo local nesta terça-feira (15) – Foto: Arquivo Pessoal/ Ana Lídia Rosa/ND

O anúncio aconteceu através das redes sociais do município na manhã desta terça-feira (15). Antes do novo local ser anunciado, os pais se reuniram para manifestação em frente à Prefeitura. Durante o ato, receberam a informação de que será na Igreja Luterana de Santo Amaro da Imperatriz.

“Tivemos um protesto ao meio-dia em frente à Prefeitura para tentar falar com algum representante do prefeito. Conseguimos falar com a chefe de gabinete. Vão realocar esses alunos em um novo local, o que foi aceito [pelos pais]”, disse Ana Lídia Rosa, mãe de um dos alunos.

Segundo ela, as fases iniciais continuarão alocadas em outras escolas do município. Questionada sobre o assunto, a Prefeitura de Santo Amaro da Imperatriz não retornou os contatos até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto.

Relembre o caso

Os alunos estão sem um prédio adequado desde o fim de 2020. Entre as reclamações da comunidade quanto ao local provisório estavam barulho, alagamento e fiações de energia à vista. Além disso, o galpão era dividido com uma empresa de distribuição de água.

Segundo a Prefeitura, o novo local passa por ajustes para receber os estudantes do 5º ao 9º ano da Escola Municipal Lourdes Garcia. A readequação é temporária e alunos devem utilizar o espaço até que a escola seja reconstruída.

“Desde o início nosso foco esteve em solucionar a realocação dos alunos, cumprindo assim a decisão judicial, que nos deu 48h para que todas as crianças estivessem em sala de aula, e nunca paramos de procurar um local que conseguisse atender a todos”, informou a secretária de Educação Sônia Maria Macedo, nas redes sociais da Prefeitura.

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