Moacir Pereira

moacir.pereira@ndmais.com.br Notícias, comentários e análises sobre política, economia, arte e cultura de Santa Catarina com o melhor comentarista politico de Santa Catarina. Fundador do Curso de Jornalismo da UFSC. Integrante da Academia Catarinense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, é autor de 53 livros publicados.


Rodovias federais: SC pede socorro

Campanha pela urgência de obras em estradas federais ganha novo capítulo

Consenso registrado no lançamento da campanha “BRs: Santa Catarina não pode parar”, agora com o capítulo do abaixo assinado pela internet “As rodovias federais pedem socorro”:  a situação das estradas federais é calamitosa em várias regiões, o governo federal frustra as expectativas do Estado e o desenvolvimento catarinense está comprometido pela falta de infraestrutura.

Esta nova mobilização, na parceria da Fiesc com o grupo ND, está a merecer entusiástico apoio e aplauso de todos os segmentos da sociedade estadual.  Não se trata de um problema apenas do setor produtivo, com toda legitimidade liderando esta campanha inadiável, mas das atuais e das futuras gerações.

É preciso haver maior conscientização sobre a tragédia humana das rodovias deficientes, congestionadas, com projetos desatualizados, sinalizações superadas e uma longa lista de problemas registrados diários.  As estatísticas estão longe de refletir a gravidade da situação. Só as famílias que perderam entes queridos pela falta de estradas ou pela irresponsabilidade de motoristas, os amigos que são impactados por notícias de acidentes graves com mortes inesperadas e o drama dos milhares de órfãos, desamparados e, sobretudo dos mutilados podem refletir as reais dimensões deste flagelo rodoviário.

Os lojistas, os comerciários, os profissionais liberais, os trabalhadores em geral precisam se unir a esta elogiável iniciativa empresarial.  Se as estradas não melhoram, os novos investimentos em indústrias, no comércio e na agricultura também não virão. Se as rodovias continuarem péssimas, até os vendedores ambulantes que sobrevivem com a venda de seus produtos nas praias do litoral durante a temporada, ficarão sem clientela.  E por aí vai a extensa lista dos prejuízos econômicos e sociais.

Subscrever o documento é dever de todos os catarinenses.

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