Professor flagrado pichando muro em Florianópolis apaga perfil na rede social

Vídeo com o ato do homem foi alvo de milhares de comentários nas redes sociais durante está quarta-feira (14)

O professor universitário aposentado da UFPR (Universidade Federal do Paraná), flagrado pichando palavras contra o presidente Jair Bolsonaro na última terça-feira (13), em Florianópolis, apagou sua conta nas redes sociais.

Homem foi flagrado pichando dizeres contra o presidente Jair Bolsonaro – Foto: Reprodução/Redes SociaisHomem foi flagrado pichando dizeres contra o presidente Jair Bolsonaro – Foto: Reprodução/Redes Sociais

O vídeo com os acontecimentos dos fatos, onde era o mostrado o rosto e o homem se identificava, viralizou nas redes durante esta quarta-feira (14), sendo alvo de milhares de comentários dos internautas.

A reportagem do ND+ tentou entrar em contato com o professor, no entanto, nesta quinta-feira (16), na página do Facebook dele constava que o “conteúdo não estava disponível no momento”.

Página do professor no Facebook não era mais encontrada nesta quinta – Foto: Reprodução/FacebookPágina do professor no Facebook não era mais encontrada nesta quinta – Foto: Reprodução/Facebook

Entenda o caso

Nas imagens divulgadas é possível ver as seguintes palavras no muro de uma obra no Sul da Ilha: “Bolsonaro assassino, genocida, psicopata”. Segundo a associação de moradores do Campeche, a obra é localizada na avenida Campeche.

O professor foi flagrado por seguranças da própria obra durante a pichação e foi obrigado a apagar o que havia escrito. “Ele foi pego com a mão na massa e se comprometeu de, ao invés de leva-lo para ser fichado, fazer a limpeza do local”, diz o autor do vídeo.

Em outra gravação, o professor é mostrado já limpando a mensagem no tapume, sendo acompanhado pelos seguranças.

Professor não tinha vínculo com a UFSC

A UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) negou que o professor tenha algum vínculo com a universidade.

No vídeo que circula nas redes sociais, o homem diz ser professor aposentado da UFPR. No entanto, em compartilhamento nas redes, diversos perfis falam sobre o caso citando a universidade catarinense e criticando a conduta.

“A informação não procede. A Universidade Federal de Santa Catarina esclarece que não faz parte do seu corpo docente, ativo ou aposentado, o homem observado nas imagens“, informa a UFSC.

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