Ex de bilionário, Luiza Brunet vai recorrer após 3ª derrota na justiça

Modelo de 58 anos vai apelar ao STJ após TJ-SP reafirmar que ela não tem direito à metade dos bens de Lírio Parisotto

Luiza Brunet, de 58 anos, confirmou que vai recorrer da decisão do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) que reafirmou que a modelo não tem direito à metade dos bens do empresário Lírio Parisotto, de 67 anos. De acordo com a modelo, na noite de segunda-feira (3), agora o processo segue para o STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Modelo Luiza Brunet revelou ter sido vítima de violência de Lírio Parisotto durante viagem – Foto: Reprodução/Record TVModelo Luiza Brunet revelou ter sido vítima de violência de Lírio Parisotto durante viagem – Foto: Reprodução/Record TV

Acionista de empresas – inclusive de Santa Catarina – e investidor, Parisotto foi condenado em 2019, por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), pelas agressões supostamente ocorridas em 2016.

“O processo segue para o STJ. Portanto, não foi finalizado”, escreveu a atriz, em publicação no Instagram. Em agosto do ano passado, após uma segunda derrota na Justiça de SP, a modelo havia antecipado que recorreria caso as contestações não fossem atendidas.

“Pontos cruciais para o reconhecimento da união estável não foram levados em conta pelo Tribunal de Justiça. No momento oportuno será apresentado o recurso no Superior Tribunal de Justiça. Se perde a batalha, mas a luta continua. Posso dizer que eu e ele sabemos o que foi vivido entre 2011 e 2016”, disse Luiza, à época.

A atriz move processo para comprovar união estável e ter direito à metade dos bens adquiridos por ele durante o período em que se relacionaram, de 2011 a 2016. Entretanto, esta é a terceira derrota da modelo. Em maio de 2018, o mesmo tribunal considerou improcedente o pedido.

Violência doméstica

Em 2016, a modelo revelou ter sido vítima de violência de Lírio Parisotto durante viagem dos dois a Nova York, nos Estados Unidos. Na ocasião, de acordo com Luiza, o então marido a chutou e quebrou quatro de suas costelas, além de ter dado um soco no olho.

Com laudos médicos e fotos que confirmavam a agressão, Luiza entrou com representação contra Parisotto em 23 de junho de 2016. Na época, ele alegou ter agido em legítima defesa.

O artigo 5° da Lei Maria da Penha configura como violência doméstica contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial.

No ano seguinte, Lirio foi condenado a um ano de prestação de serviços à comunidade por conta das agressões. À época, Lirio usou as redes sociais para se defender das acusações. “A suposta lesão em NY, foi considerada leve, ou seja, a menor possível, mas ainda assim não condiz com os fatos”, disse.

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